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ZERO HORA

16/08/2015 

Jornal > Capa


ANO 117 Nº 184 - PORTO ALEGRE, DOMINGO, 1 DE ABRIL DE 2012

Mercado de trabalho em alta

Seleção criteriosa

A contratação de babás ocorre, em geral, por meio das agências de emprego. Para conseguir uma vaga, candidatas passam por um processo seletivo que conta com várias etapas, como entrevistas com psicólogas, psicotécnico e verificação de referências. "Após essa fase, uma família estará aguardando a profissional", destaca Alana Porto Alegre.

Procuram-se cuidadoras de crianças

Participação feminina no orçamento doméstico eleva demanda por babás, tornando-as profissionais raras e caras.

Acontratação de babás vem crescendo muito nos últimos anos. Com a ampliação da participação feminina no mercado de trabalho, a contratação de uma profissional que auxilie nos cuidados com as crianças tornou-se indispensável para casais que passam o dia todo fora ou não querem deixar os filhos na escola. Elas são desejadas também por famílias que têm afazeres à noite ou apenas querem utilizar esse período para descanso, já que têm poder aquisitivo e pagam por isso.

A procura pelas babás é tanta que, nas empresas especializadas, chegam a faltar candidatas para preencher as vagas. Há quem diga que elas se tornaram verdadeiros "artigos de luxo". "Em geral, são pessoas das classes ''A'' e ''AA'' que contratam essas profissionais", lembra a psicóloga Sônia Godinho, da agência Kanguruh, em Porto Alegre.

O salário acompanha o crescimento da demanda, subindo cerca de R$ 200,00 a cada ano conforme explica a Alana Porto Alegre, proprietária da agência Babá Service, da Capital. "Atualmente, as babás ganham, em média, R$ 1,2 mil, para jornada de segunda a sexta-feira, mas a remuneração pode ser maior, de acordo com a exigência da família, o perfil da profissional, etc", complementa. O rendimento pode aumentar também conforme o volume de trabalho. As babás podem trabalhar em mais de uma casa e em mais de um turno, somando um rendimento superior a R$ 3 mil.

As agências de emprego pedem que as cuidadoras de crianças tenham Ensino Médio, embora muitas que atuam no mercado tenham apenas o Fundamental. É preciso, também, gostar de lidar com crianças e ter maturidade para isso. Segundo Alana, para cuidar de bebês, a preferência é por pessoas mais maduras e que se expressem bem. "As famílias pedem alguém com maturidade e responsabilidade, sobretudo quando são bebês. Já para os maiores, de 2 a 6 anos, podem ser universitárias cursando Pedagogia, Educação Física ou interessadas e preparadas para exercer a função", observa. A profissional precisará ter, também, empatia com as pessoas para as quais irá trabalhar.

Confiança essencial

Além de conhecimentos específicos, profissionais devem ter comprometimento com as famílias para as quais prestam serviços Gostar de crianças não é suficiente para atuar como babá, pois o trabalho com os pequenos envolve cuidados, contato frequente com pais e parentes da criança. É um trabalho que também pede noções de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros, conhecimentos sobre desenvolvimento infantil, entre outros fatores, explica a psicóloga Renata Peixoto, da agência Babá Ideal. Mas, além de todas essas qualificações, é imprescindível ter comprometimento. "Ser babá é muito mais do que olhar a criança para garantir que ela permaneça bem", esclarece. A especialista destaca que é necessário também que a profissional entenda o papel que ela desempenha naquele sistema familiar, o quanto os pais contam com ela e o grau de confiança que ela precisa conquistar para que eles sintam-se tranquilos em deixá-la com seus filhos.

Outro ponto que as cuidadoras devem ter atenção é o papel que o afeto e os laços que se estabelecem entre ela e a criança representam para o desenvolvimento e o bem-estar da família como um todo. Todos esses quesitos, salienta Renata, irão refletir no vencimento mensal. "Grande parte das profissionais ainda não entende que o aumento na faixa salarial está atrelado a um aumento na qualificação", ressalta Renata. Ela aponta ainda que algumas profissionais não gostam de cobranças ou críticas. "Mas não dá para cuidar dos filhos de alguém sem que existam cobranças e ajustes, pois, por mais experiente que seja a babá, cada família tem sua própria maneira de educar as crianças", cita.

A especialista explica que, em geral, famílias de classe média e alta, buscam profissionais que saibam se comunicar corretamente e bem, que tenham postura e que possam acompanhar a família a festas, restaurantes e viagens. Há também aquelas que preferem que as cuidadoras usem uniformes para trabalhar, lembra a psicóloga Sônia Godinho da agência Kanguruh. Ela observa que experiência também conta na hora do recrutamento e da contratação. O sistema de seleção ocorre diariamente e, em geral, as profissionais se encaixam em três perfis. "O primeiro envolve somente babás, o segundo reúne doméstica e babás e o terceiro é voltado para iniciantes", relata.

Apesar disso, quem deseja ingressar nessa área ou até mesmo se reciclar, é recomendável que busque novos conhecimentos. Para isso, existem cursos específicos, lembra a psicóloga Alana Porto Alegre. Em geral, os conteúdos ministrados envolvem áreas como psicologia, características da família que contrata, nutrição (higienização e sugestão de cardápio), enfermagem, prevenção de acidentes domésticos, entre outras. Há também a capacitação "atividades recreativas", que abrangem jogos e "elaboração de cardápio".

A capacitação também pode ser encontrada na agência Kanguruh, que tem em Porto Alegre uma franquia aberta há quatro anos e meio sob a responsabilidade da psicóloga Sônia Godinho.

Dedicação incondicional

Maraisa Ribeiro, 27 anos, se capacitou profissionalmente antes de começar a lidar com crianças 
Crédito: TARSILA PEREIRA

A babá Maraisa Ribeiro, de 27 anos, começou sua carreira há 14 anos cuidando de um bebê de 8 meses, devido ao incentivo da mãe, Celina Ribeiro. Maraisa chegou a atuar em outros segmentos, mas resolveu ser babá porque sempre gostou muito de crianças. Para começar as atividades, optou por um curso de qualificação profissional, no qual aprendeu um pouco de psicologia infantil, como lidar carinhosamente com bebês e crianças e como desempenhar atividades práticas relacionadas a eles.

Atualmente, Maraisa mora em Canoas e cuida de uma criança de 2 anos em Porto Alegre. As horas em que não está cuidando dela, a babá aproveita para ampliar a renda trabalhando de folguista. "Cubro a folga das babás que trabalham durante a noite, em algumas horas, no fim de semana ou nas férias", revela. Dessa forma, o salário que normalmente seria de R$ 1,2 mil, é ampliado em aproximadamente 50%.

Com 20 anos de experiência, Geovana Bitencourt, de 40 anos (E) diz-se realizada com a profissão. Ela até tentou trabalhar em outras áreas, mas optou por ser babá. Hoje, ela cuida de uma menina de 10 anos e ressalta que está em eterna aprendizagem. "Gosto de trabalhar com crianças, porque elas não te exigem nada, apenas querem atenção e carinho. Você ensina e aprende o tempo todo", destaca. Para ampliar o orçamento, Geovana trabalha, além da rotina tradicional, uma vez por semana, das 19h às 24h, em outra casa de família.

 

ZERO HORA

Caderno Donna | 17/07/2011 

Quer uma babá? Entre na fila

As mães descobrem uma nova realidade: se antes eram as auxiliares que
precisavam das patroas, hoje as babás parecem ter virado o jogo ... (Patrícia Rocha)


... No site da franquia gaúcha da rede de agências Kanguruh, mães passam o dia conferindo
os novos currículos e fotos de candidatas a emprego e, não raro, realizam leilões para ver quem
leva uma babá para casa: ....

leia mais:  clicando aqui

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Jornal do Almoço - RBS TV-RS

Sábado dia 16/07/2011.

Psicóloga Maria Cristina Bressani esclarece dúvidas de telespectadores sobre a contratação de babás.

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Como escolher sua babá - 17.05.2011

por hojeemdiars - Publicado dia 17 de maio de 2011 às 13:01

Reportagem pela TV RECORD,Jornal Hoje em Dia - RS, rede RECORD programa "Rio Grande no ar".

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Como escolher sua babá - 17.05.2011 por hojeemdiars no Videolog.tv.

Fonte: http://www.videolog.tv/video.php?id=656751

 

Babá contratada através da KanguruhPoa visita a expointer.

Um dia de Peão leva babá para conhecer os filhotes da Expointer.

Série de reportagens que mostra as experiê

ncias de quem mora na Capital
mas não conhece a vida do campo.
Dessa vez uma babá aprende a cuidar dos filhotes da Expointer.

Assista agora:

Fonte: Click RBS

 

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Mão na roda: agência de domésticas-babás e babás para gêmeos

Babá é luxo? Só pra quem não trabalha. Nesse mercado competitivo, a mulher que é profissional precisa se virar em cinco – cuida do trabalho, da casa, dos filhos, do marido e, se der tempo, dela mesma. Por isso, fiquei contente em encontrar a Kanguruh, especializada em domésticas que cuidem de crianças. Para os pequenos, tem babás de todos os tipos, da que viaja com a família à especializada em gêmeos. Se o filho for maior, a agência oferece as tais profissionais bivolt: uma tomada fica ligada no lar, outra nos rebentos.

Franquia da rede que tem sede no Rio de Janeiro e mais 29 franquiadas no Brasil e no exterior, a Kanguruh mostra outras diferenças. Pra começar, a seleção inclui teste psicológico e checagem dos familiares. Todas as candidatas, sem exceção, passam por um curso de babá que tem até professor de nutrição. E no site, pra facilitar a escolha, há entrevistas em vídeo com as moças.

O resultado: um dia depois de fazer a entrevista, me transformei em cliente. Exatamente hoje, a Marilene começou a trabalhar aqui em casa.

Para saber mais, clique no podcast aí embaixo.

http://www.saladapronta.blogspot.com/

Autoria: Cláudia Aragón - é jornalista e colunista da BandnewsFM, onde apresenta "Porto Alegre, Quem Diria".



17 de março de 2008 | N° 15543 Alerta

Dicas

Encontre uma babá

Personagem importante ao longo do desenvolvimento de muitas crianças, a babá deve ser selecionada com critério pelos pais - tarefa que cabe, normalmente, à mãe. Sônia Godinho, psicóloga e diretora de uma empresa de recursos humanos que recruta essas profissionais para posterior encaminhamento a famílias interessadas no serviço, alerta para a importância de uma entrevista detalhada com cada candidata.

O processo de seleção não deve ser deixado para a última hora. Evite começar a procura por alguém, por exemplo, somente às vésperas de a mãe retomar o trabalho depois da licença-maternidade.

- Estou recebendo muitos pedidos de mães que estão para ganhar nenê. Aí a babá vai junto ao hospital, ajuda a organizar o quartinho. Não dá para deixar para a última hora, é correria - comenta Sônia.

Confira abaixo outras dicas da especialista.

Defina o perfil de quem você busca
- É muito arriscado contratar alguém que você não conhece, baseando-se apenas em indicações vagas e informações imprecisas sobre a profissional. Peça cartas de recomendação com telefones para contato e verifique se o endereço fornecido é verdadeiro. Solicite referências com um número de telefone fixo.
- Priorize as indicações de quem já teve a babá como funcionária, trabalhando dentro de casa. Essas, sim, podem ser referências bastante úteis.
- Redobre os cuidados na seleção se você busca uma babá que passará o dia inteiro sozinha com a criança.
- Converse pessoalmente com as candidatas ao emprego. Pergunte sobre a experiência dela na função e a habilidade com crianças, mas também questione-a sobre a infância, a família, o relacionamento com os pais e os irmãos. A partir desse relato, você já pode ir formando sua opinião e recolhendo informações interessantes.
- Tenha cuidado ao contratar alguém sem nenhuma experiência prévia no trato com crianças.
- Se você optar por procurar uma agência especializada em recrutamento, verifique se é feita também a checagem criminal das candidatas, e se esse levantamento contempla o país inteiro, não apenas a região onde você mora.
- Prepare-se com antecedência para iniciar o processo de seleção - não espere os últimos dias da gestação ou da licença-maternidade para procurar a babá.
- Defina o perfil que você busca: uma funcionária jovem, de meia-idade ou mais velha? Mais quieta e reservada ou bastante ativa e com iniciativa? É importante contemplar as características que você julga mais importantes para evitar problemas a médio prazo.
- Seja claro e especifique bem as funções que a babá terá no momento da contratação. As atividades delas se resumirão ao cuidado com o bebê? Terá que cozinhar e fazer pequenos serviços na rua, como ir ao supermercado?
- Determine claramente quais serão os dias e os horários de trabalho da babá. É essencial que ela tenha um período de descanso, para estar bem-diposta e cumprir suas funções satisfatoriamente. Se ela morar com você e for muito solicitada à noite, por exemplo, precisará da manhã para dormir.
- É importante que o pai, a mãe ou ambos participem da adaptação da babá também com as crianças maiores. Evite deixá-las sozinhas logo no primeiro dia, quando se conhecem. Seu filho precisa de tempo para se acostumar à nova companhia e confiar nela.

Fonte: Sônia Godinho, psicóloga
Artigo publicado pela Zero Hora, clique aqui para conferir a fonte de origem.

Pesquisa mostra que 15% das babás têm ficha criminal

Estudo que analisou 6 mil fichas revela que 28% delas mentem sobre referências de trabalhos anteriores

Clarissa Thomé

Pesquisa feita por uma empresa responsável pela contratação de babás revelou que 28% delas mentiram sobre as referências no momento da contratação e 15% tinham antecedentes criminais. Foram analisadas 6 mil fichas em quatro anos e o maior índice de informações inventadas foi verificado no Rio, em São Paulo e em Brasília. Já entre as mulheres que tinham anotações criminais, a maioria era por agressão.

“Nós fizemos o levantamento ao informatizar nosso sistema. Vimos que a quantidade de fichas invalidadas por informações falsas ou por antecedentes criminais era muito grande. Isso é um alerta para que os pais redobrem a atenção ao escolher as babás de seus filhos”, afirmou Roberta Rizzo, diretora nacional da Rede Kanguruh, presente em 14 Estados e no Distrito Federal.

As informações falsas foram descobertas no serviço de checagem da rede. As candidatas forneceram referências pessoais forjadas, inventaram antigos empregos e forneceram telefones de parentes, como se fossem de antigos patrões.

Roberta sugere que os pais nunca aceitem telefones celulares como meio de contato para checar uma referência e sempre desconfiem quando só ouvirem elogios. “Geralmente quem só faz elogios é um amigo ou parente”, diz Roberta. (CONTINUA...)

DICAS

Referências: Verifique cuidadosamente as referências. Busque informações sobre o telefone que está sendo utilizado, procure saber o endereço do ex-empregador e, se possível,
vá pessoalmente ao local

Checagem: Desconfie de celulares para fazer a checagem de referências. Os aparelhos podem estar em mãos de qualquer pessoa - um parente, uma amiga, uma irmã da candidata - e não haverá meios de saber a quem pertence

Documentos: Entre as desculpas mais usadas para não apresentá-los estão: ‘Lá na cidade em que eu trabalhei não se assina a carteira’; ‘meus patrões mudaram de cidade’; ‘fui assaltada e levaram minha carteira antiga, onde estavam as referências’. Neste caso, exija o boletim de ocorrência

Postura: Desconfie se ela não olha diretamente para a mãe, se desvia o olhar, se mantém mãos escondidas e braços cruzados e se tem atitude defensiva

Verdade: Peça para a babá escrever alguma coisa. Exija seu
telefone e endereço, por exemplo, e compare com a letra na carteira. Há candidatas que forjam registros no documento

Abandono de emprego: Carteira sem data de demissão é sinal de alerta máximo, a não ser que a babá esteja ainda trabalhando e saia em comum acordo com os atuais patrões. Carteira sem data de demissão pode significar abandono de emprego ou saída tempestuosa da casa anterior

Reações da criança: Fique atento às reações da criança.

Mudança brusca de comportamento e regressão (como voltar a sujar as fraldas) podem ser indício de maus-tratos

Leia entrevista na integra: Jornal "O Estado de São Paulo" em: 18/03/ 2008

 

RJ - JB Barra - 06/01/2008

Férias , tempo de brincar, mas com todo cuidado!

O JB Barra deste domingo trouxe matéria de página dupla, ilustrada pelos gêmeos Paulo e Bruno, filhos de Roberta Rizzo, a idealizadora da Kanguruh, sobre dicas de segurança para as crianças durante as férias. Matéria de Elaine Magalhães.


BRASIL - Revista Crescer - Jan/08

A Kanguruh participou da matéria de capa da Revista Crescer de janeiro de 2008.

Sorria, seu filho está sendo filmado

Novas tecnologias, preços acessíveis: há câmeras nos olhando por toda parte e podemos usá-las como proteção também quando o assunto é cuidar dos filhos. Mas será que isso é mesmo o melhor para eles?

'Ai, eu queria ser uma mosquinha para ver...' Fale a verdade: você já não se pegou pensando isso em algum momento em que o filho saiu de vista, principalmente na fase em que ele era um bebê, sem falar e sem recursos para se defender ou contar o que aconteceu com ele, mesmo que fosse algo muito bom? Quem não desejou ser onipresente na vida da criança, com a possibilidade de acompanhar todo o desenvolvimento dela, saber como está se divertindo ou protegê-la de grandes males, esteja ela em casa com a babá ou na escola escolhida a dedo? A tecnologia chegou para 'solucionar' também este problema. Não, isto não é um informe publicitário. Falamos aqui das câmeras, às vezes chamadas de segurança, às vezes apenas um acessório de computador. O fato é que elas - e seus tamanhos variados - estão em nosso cotidiano e podem ser uma ferramenta importante para a proteção das crianças no mundo de hoje. Mas, como muitas ferramentas, pode ser usada para fazer coisas boas e outras nem tão positivas assim.

Quando voltam da licença-maternidade, muitas mães optam por deixar os filhos com babás. As razões para essa escolha são muitas, desde o valor, mais baixo que o da maioria dos berçários, até o conforto da criança, que pode ficar na própria casa. Com as vantagens, vêm também os medos: e se a babá maltratar a criança? As notícias correm: profissionais que espancam crianças e misturam ingredientes impróprios à alimentação dos bebês. 'A babá significa o mundo de fora sendo trazido para dentro de casa', diz Eduardo Ferreira-Santos, psiquiatra do Hospital das Clínicas, em São Paulo, onde trabalha com vítimas de violência urbana que desenvolvem o transtorno de estresse pós-traumático. Para ele, mesmo quem nunca passou por uma situação de violência sofre com a ansiedade. Não se trata de paranóia. A sociedade está, realmente, mais perigosa. 'A gente se coloca no lugar da pessoa que foi vítima da violência e essa ansiedade leva as pessoas a tomarem medidas para tentar controlar ao máximo essas situações, seja com carro blindado, com celular ou com câmera', afirma.

É por causa do medo do que pode acontecer com a criança em sua ausência que muitos pais e mães resolvem colocar uma câmera em casa. Thiago Títero, dono da Títero Segurança Eletrônica, conta que instala cerca de dez a 20 câmeras por mês em residências com crianças pequenas. No total, já colocou cerca de 2 mil delas. 'Na maioria das vezes, os pais me procuram para se certificar da conduta da babá, ainda que confiem nela, porque ouviram histórias de maus-tratos', diz.

Contar ou não contar?
Segundo a advogada Tânia da Silva Pereira, presidente da Comissão da Infância e Juventude do Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), ter câmera em casa é um direito dos pais e não representa uma violação da privacidade da babá. 'Desde que o aparelho não esteja instalado no quarto da funcionária', afirma. A câmera foi a alternativa escolhida pela analista de sistemas Gislaine Ferreira Lima Verri. Quando sua filha completou 6 meses, ela voltou a trabalhar e sentiu pena de deixar a menina na escola. 'Contratei uma babá e instalei câmeras em todos os lugares da casa. Se eu, que sou mãe, perco a paciência, imagine uma estranha!', diz. A moça que cuida do filho de Gislaine sabe que está sendo monitorada. A mãe acha melhor assim. 'Prefiro prevenir a ver minha filha sendo agredida', diz ela, que deixa o programa aberto o dia todo e o assiste pela internet. Se a filha mexe em algo perigoso na sala e a babá está na cozinha, Gislaine liga para avisar.

Para Eduardo Ferreira-Santos, o comportamento mais ético seria mesmo avisar a babá. Isso, de fato, poderia prevenir alguma agressão. 'Ninguém bota câmera em prédio para pegar ladrão distraído', diz ele. As câmeras são colocadas bem à vista justamente para evitar o roubo. Algumas mães temem, porém, que se a funcionária souber da câmera, poderá ser dissimulada, ou seja, tratar a criança bem na frente do dispositivo e mal longe dele.

E a confiança, onde fica?
Isso levanta ainda outra questão. Será possível manter uma relação amigável com a babá quando ela está sendo vigiada por câmeras? Doris Barg, proprietária da loja especializada em mães Mammy To Be, que também oferece cursos e agenciamento de babás, acredita que não. 'A câmera implica dúvida', diz ela. A babá pode se sentir passada para trás, achar que a família não confia nela e se ressentir. Em sua opinião, o melhor mesmo é tomar precauções na hora de escolher. 'O mais importante é a integração dela na família', afirma. 'E não dá para fazer isso sem confiança.'

Roberta Rizzo, proprietária da Kanguruh, franquia especializada em treinamento e agenciamento de babás, discorda. 'Não existe maior garantia que a prevenção', afirma. Ela orienta os pais que escolhem profissionais de sua agência a utilizarem a câmera. Faz parte também de sua orientação que os pais contem às funcionárias sobre a existência do mecanismo. Porém, dos cerca de 80% dos clientes que têm o aparelho, só 30% contaram às babás.

(...)

Berçário filmado
Os berçários, por exemplo, também foram invadidos pelo aparelho. Um dos pioneiros dessa tendência no Brasil foi o Colégio Magno/Mágico de Oz, que, ao abrir as portas, 13 anos atrás, ofereceu de pronto aos pais um serviço inédito: eles poderiam acompanhar algumas partes do dia do bebê na escola pela internet, fosse do trabalho, de casa, de uma viagem. E mais: poderiam estender o benefício - por meio de uma senha - aos avôs, avós e outros parentes que morassem longe ou simplesmente quisessem tanto quanto eles acompanhar os primeiros 'passos' do bebê. 'Já senti a demanda naquela época, pois os pais queriam estar perto dos filhos e ficavam tranqüilos por verem a criança bem', diz Claudia Tricate, diretora do colégio.

Até hoje o benefício continua firme. Uma câmera fica o tempo todo ligada na sala de estimulação do berçário e, no caso dos mais velhos, algumas atividades especiais são transmitidas aos pais pela web. A escola passa uma circular e avisa o que será transmitido. 'Nossas câmeras não são de segurança, mas de acompanhamento', afirma Claudia. 'É para eles acompanharem o desenvolvimento dos filhos.' A escola já foi surpreendida com telefonemas ansiosos como 'mas é ele que está chorando?'. Ou emocionantes como 'eu vi ele dando um passinho!'.

Em 2005, com um boom de vendas de webcams e afins, muitas escolas passaram a oferecer o serviço, uma ótima estratégia na luta por um diferencial no mercado. Algumas empresas enxergaram o filão na hora e investiram em um serviço especializado. A Cameraweb, por exemplo, mantém o site Patiovirtual e com ele atende a 30 colégios paulistanos. 'Os acessos são mais freqüentes durante a primeira semana do aluno, no período de adaptação', afirma Eduardo Miamoto, gerente da empresa.

A câmera foi um ponto importante para a gerente de projetos em telecomunicação Débora Garcia na hora de procurar a escola para o filho Vinícius, de 9 meses. Ela costuma vê-lo pela internet duas vezes por dia, o que a deixa mais tranqüila. 'Vi as primeiras engatinhadas pela webcam', conta. Débora já ligou na escola uma vez, para reclamar que o filho chorava na hora de dormir. Mas o colégio explicou que a rotina era necessária e ela acabou por concordar. 'Com as câmeras, vejo que a escola não tem nada a esconder', afirma.

O corretor de seguros José Flávio Bernardini, pai de Isabela, de 2 anos, também é fã do benefício. 'Assim consigo monitorar o aprendizado dela, ver se está interagindo com os colegas' diz ele, que não considera o ato como sendo de vigilância, mas sim de acompanhamento da rotina.

No Colégio Itatiaia, em São Paulo, existem câmeras há quatro anos e em pontos estratégicos, como o parque, a sala de estimulação e a piscina de bolinhas. 'No princípio, algumas mães ligavam querendo controlar a rotina da criança. Hoje, os telefonemas que recebemos são para virar o rosto do bebê para a câmera', afirma Cláudia Venelli, coordenadora pedagógica. As câmeras em uma escola vão além disso. No Colégio Ciman, em Brasília, as câmeras estão presentes há cinco anos. São 140 unidades espalhadas pelo colégio, inclusive em sala de aula. Ou seja, estão lá para muito além da curiosidade de alguns pais. 'Servem para nosso controle e para inibir vandalismo ou cola', diz Atef Aissami, diretor da escola. Segundo ele, passado o estranhamento (houve dificuldades de adaptação inicialmente, pois os professores se sentiam vigiados) todo mundo gostou. Os pais têm acesso às áreas de recreação, como parquinho, pátios e quadras.

Diálogo com os filhos
A psicóloga Andréa Morais quer distância das câmeras, e não só como especialista. Ela tem filhos na Escola Parque, no Rio de Janeiro, que nunca instalou câmeras. Hoje as crianças têm 9 e 13 anos, e ela reafirma sua certeza. 'Não vejo como isso ajudaria na educação. A relação de aprendizagem requer confiança', diz. Como toda mãe, Andréa se sente insegura muitas vezes, mas acredita que deve resolver isso sozinha. 'Também não é legal usar a gravação como forma de aliviar a culpa por não acompanhar o crescimento do filho. A relação é unilateral: você mata a saudade, ela não.' E isso, para ela, é apenas parte do problema. 'As imagens tolhem a narrativa. O filho não precisa contar o que houve no dia, pois você já sabe tudo', diz. Patrícia Konder Lins, diretora da Escola Parque, onde estudam os filhos de Andréa, concorda. 'Se os pais souberem tudo o que a criança faz na escola, não haverá diálogo.'

E diálogo conta muito em qualquer relação. Anna Marianno, coordenadora pedagógica de educação infantil da Escola Viva, de São Paulo, diz que escola é um lugar em as crianças constroem sua história com seus colegas, professores etc. A comunicação com os pais é feita de outra forma, com reuniões, na entrada e na saída, por meio de trabalhos apresentados, atividades especiais. 'A criança tem de ter autonomia para não dizer aos pais o que se passa na escola, se não quiser ', diz Anna Marianno. Ela pede atenção ao fato de que um dispositivo pode dar apenas um lado da história. 'É apenas um recorte da situação.'

No consultório da psicopedagoga Raquel Caruso, não são poucos os casos de abuso de poder dentro das escolas. Há professor que rasga trabalho de aluno em sala de aula ou funcionário que come lanche levado de casa pela criança. São situações assim que justificam esse tipo de recurso de proteção. Dar uma espiadinha, matar a saudade ou vencer a curiosidade de saber que mundo novo é esse do filho é compreensível, claro. 'Mas se é para vigiar, é melhor repensar a escola. Por isso, em qualquer uma das duas situações, precisa haver muita conversa entre pais e instituição', afirma.

Autonomia, liberdade, discernimento são outras palavras a entrarem neste complicado assunto. Como é que ensinaremos isso às crianças se estivermos o tempo todo evitando os males da vida? Por outro lado, como é possível deixar o filho passar um aperto sem intervir? É difícil, mesmo, saber até que ponto proteger os pequenos. 'Algumas pessoas querem atingir uma situação impossível de segurança absoluta', afirma Eduardo Ferreira-Santos. Não dá para exagerar e viver na ansiedade extrema. É bom evitar os riscos, mas não se pode viver em função deles. Como tudo na vida, o uso da câmera é uma questão de bom senso e de bom uso. Se você presta mais atenção às ações da babá que aos sentimentos do seu filho, talvez seja hora de rever as prioridades. Até porque não dá para filmar a criança o tempo todo.

Seja qual for sua escolha, com câmera ou sem, o que nunca pode acontecer é deixar de observar seu filho. Olhar atentamente suas reações, como ele se comporta com as pessoas, se ele se sente intimidado ou à vontade na presença da babá, da professora, dos colegas de classe. Nenhuma câmera substitui esse olhar cuidadoso, de carinho.

RJ - JB Barra - 24/11/2007

Caiu na rede

A coluna de Anna Ramalho trouxe nota sobre a qualidade dos serviços da Kanguruh.



BRASIL - Revista Crescer - Nov/07

A Kanguruh São Paulo participou da matéria publicada na Revista Crescer de novembro de 2007

Elas vão fazer diferença

Construir uma rede de sobrevivência dos suspiros iniciais do seu filho aos anos seguintes, além de saudável, é essencial.

Você pode não acreditar, mas nos primeiros dias depois do nascimento talvez não consiga fazer nada além de comer, dormir e amamentar. Um pequeno grupo de pessoas à mão faz tudo parecer mais fácil. "Uma mãe sozinha no pós-parto não funciona. Ela precisa de outras pessoas", diz Vera Iaconelli, coordenadora da Gerar - Escola de Pais, de São Paulo. "Historicamente a maternidade sempre foi mais coletiva do que individual. As comunidades se mobilizavam quando um bebê nascia", afirma Silvia Pinheiro Machado, psicóloga do Grupo de Apoio à Maternidade e Paternidade (Gamp), de São Paulo. Ainda na gestação, enquanto você tem tempo e o bebê é um feto, imagine a rotina que terá e as pessoas e os serviços necessários para dar conta desse cotidiano. Aqui mostramos alguns personagens-chaves, desde os óbvios, como o obstetra, até alguns impensáveis, como a mulher do zelador, a ser recrutados para cuidar de você.

Os obstetras Deveriam cuidar da saúde global de suas pacientes, e isso inclui o emocional e o psicológico. Muitos se restringem, nas consultas de retorno, a olhar a mulher do pescoço para baixo: seios, pontos, períneo. "O obstetra deveria escutar essa nova mãe e ser o primeiro da rede a detectar se algo está indo mal", diz Vera Iaconelli. Prepare-se para questioná-lo sobre tudo, dos gases às lágrimas que podem ser derramadas tão facilmente.

O pediatra Ele é o primeiro profissional que vai ajudá-la com o bebê. Como chegar a ele? Na maioria das vezes, por indicação. Amigas, familiares ou o seu obstetra são as pessoas que dão informações confiáveis sobre ele. Reserve o último trimestre da gestação para procurá-lo. Conversar com vários, mesmo que pelo telefone, ajuda a fazer comparações, perceber o estilo de cada um: se é disponível, simpático, prático, se faz o estilo paizão. Se é moderno ou conservador. Há até aqueles que visitam em casa. Escolher o médico antes não é garantia de sucesso - pode ser que depois de algumas consultas, já com o bebê, você descubra que gostaria de outro perfil. Mas a tranqüilidade de já ter para quem ligar no primeiro dia do bebê em casa não tem preço.

Consultora de amamentação e doula pós-parto Ainda bem que essas profissionais existem. Elas vão até sua casa, ficam quanto precisar, ensinam cuidados básicos com o nenê, como o banho, a limpeza do coto umbilical e, principalmente, orientam sobre a amamentação. "Já fiquei cinco horas com uma mãe de gêmeos", diz Márcia Koiffman, 39 anos, enfermeira obstétrica e consultora de amamentação. Esse é um dos grandes nós a ser desatados bem no início do pós-parto. Os seios ingurgitam, fissuram, o bebê chora demais porque mama de menos.

O trabalho da doula vai além disso. Ela esclarece dúvidas sobre cuidados com os pontos da cesárea e até a relação sexual. Ainda, se dispõe a ninar o bebê, dando à mãe mais tempo para comer, tomar banho e até tirar uma soneca. É uma ajuda necessária e que não tira o poder materno. "Digo que estou lá para cuidar dela também", diz Ana Paula Garbúlio, doula pós-parto. É uma ajuda crucial nesse início de vida. Há muitos detalhes a ser aprendidos e durante a gestação ninguém dá atenção a eles. As doulas pós-parto e as consultoras são encontradas em sites e através de obstetras e pediatras com os quais trabalham em parceria.

As experientes - Mães, novas, velhas e virtuais Pode soar óbvio, mas ninguém consegue entender e ajudar você a entender de maternidade mais do que outra mãe. Considere-se afortunada se tiver pessoas experientes em seu universo - mães, irmãs, cunhadas, amigas. "Hoje é muito comum encontrar jovens pais que nunca tiveram contato com outras crianças num passado recente. O primeiro bebê que eles vêem é o filho", diz Honorina de Almeida, pediatra, professora-doutora do Instituto de Saúde do Estado de São Paulo. A falta desse contato com o universo infantil é superada com leitura, informação, participação de grupos de gestantes. Tudo isso é ótimo. Só que o bebê não sai de dentro de um manual. Nem vem com um, acoplado nas costas. Outros problemas, além da amamentação, também surgem nos primeiros dias de pós-parto. E as respostas, na maioria dos casos, não estão nos livros. Vêm de uma mãe experiente. Ela vai entendê-la até porque fala o mesmo idioma.

A farmacêutica Mônica Duque dos Santos pesquisou sobre parto, amamentação. Buscou um pediatra especializado em aleitamento exclusivo. Ouviu as amigas experientes. Pediu a companhia da mãe por 40 dias e solicitou o marido, Américo, quantas vezes foram necessárias. E manteve a empregada. Apesar de toda essa network, admite, foi muito difícil. Mãe, marido, avó se revezavam nos cuidados com Bruno. Ainda assim, no final do dia estavam todos estavam exaustos. "Não sou orgulhosa. Procurei apoio porque sabia que não daria conta. Sozinha, acho que teria enlouquecido", diz ela.

O apoio incondicional da mãe de Mônica foi essencial, mesmo porque no início do pós-parto nem sempre é fácil encontrar outras mães. O esforço em vê-las, porém, vale a pena. Pode fazer toda diferença. Você sai de dentro de casa. Esses passeios a fazem sentir como um ser humano de novo e não apenas uma competente máquina de amamentar. Esses grupos, muitas vezes, surgem informalmente em parquinhos ou pracinhas. As mães virtuais oferecem um jeito mais conveniente de se fazer contato. Os blogs maternos crescem na rede. Mônica participava de uma lista de discussão de gestantes na internet. Depois que o Bruno nasceu sentiu falta de conversar sobre as dúvidas que se avolumam no pós-parto. Por sorte, uma amiga dela sentiu a mesma dificuldade e fundou um grupo de discussão.

Colaboradores - Empregadas, faxineiras, babás Muitas mulheres descobrem que contratar uma pessoa que dê conta do serviço da casa é a chave para manter a vida da família minimamente em ordem. Empregadas ou faxineiras são o braço direito das mulheres. Ninguém discorda disso. Após o nascimento, elas continuarão essenciais. Além de manter a casa em ordem, podem ir ao supermercado, à feira e ao açougue. Se você ou seu marido comandam essas funções, pensem em delegá-las, mesmo que temporariamente. A faxineira semanal pode passar a vir mais dias na semana, por exemplo. A idéia de a empregada comprar o pão não lhe agrada? A internet é uma saída razoá­vel. Dá para fazer supermercado, farmácia, tudo online, e ainda encontrar cozinheiras - aquelas que vão à casa, cozinham e congelam as refeições enquanto você fica com o bebê. A contratação de uma empregada deve ser feita ainda na gravidez. Assim como a babá, se você deseja ter uma. Comece a procurar por volta do oitavo mês de gestação. Dessa forma, você terá um mês para selecionar, contratar e conviver com ela antes do nascimento. "Nesse tempo, a profissional será observada sobre como se comporta numa rotina que essa mãe imagina", diz Márcia Coelho Medeiros, psicóloga e coordenadora da Kanguruh Baby Care, de São Paulo.

Novos atores A rede de sobrevivência começa na gestação e nunca mais se fecha. Novos membros surgem porque as necessidades mudam. Vizinhos, por exemplo, podem ser essenciais. Conhecê-los é importante. É possível que você necessite de uma mão e será muito mais fácil pedir a ajuda de uma pessoa com quem já estabeleceu amizade. Vizinhos com filhos, então, nem se fala, pois podem até ficar com o seu em um momento de emergência. A mulher do zelador, por exemplo, pode ser uma ótima baby-sitter para o sábado à noite.

Um motorista também é capaz de se agregar a essa network. Foi por acaso e por necessidade que Beatriz Elia descobriu seu João. Ele é um taxista. Trabalha na rua onde ela mora há mais de 20 anos. Foi apenas depois do nascimento dos filhos (Beatriz é mãe da Juliana 21, Felipe, 20, e dos gêmeos Beatriz e Alexandre, 15 anos) que ela passou a utilizar os serviços do taxista. "Quando não tinha quem levasse as crianças para o clube, a babá chamava o seu João", conta ela. Os meninos cresceram. As babás se tornaram desnecessárias. Mas seu João ficou. "Confio muito nele. Sempre foi correto. Hoje é uma espécie de motorista 'particular' da gente", diz Bia, brincando. Matéria de Patrícia Cerqueira.



RJ - Extra (Vida Ganha) - 09/10/2007

Elas estão mais preparadas

O jornal Extra listou vários cursos gratuitos para mulheres, cuja participação no mercado de trabalho aumenta cada vez mais, segundo pesquisas do IBGE e da organização americana Catalyst. O curso da Kanguruh foi o escolhido para representar o segmento de babás, com a participação da coordenadora Simone Barreto. Matéria de Valéria Maniero.

BA - Correio da Bahia - 03/09/2007

Psicóloga orienta escolha do presente do Dia das Crianças

São muitas as tentações para os pequenos: as bonecas mais novas e os últimos lançamentos em carrinhos e jogos invadem os intervalos comerciais da tevê e o colorido das vitrines dos shoppings. Mas o que os pais devem levar em consideração na hora de escolher o presente para o Dia das Crianças? O brinquedo que povoa o desejo do filho ou o objeto educativo mais adequado à sua idade?

Na opinião da psicóloga Rafaela Régis, a criança atual precisa muito mais da atenção dos pais do que de um presente material. “Passar um dia especial, brincando com o filho, talvez traga muito mais frutos do que dar um presente caríssimo para a criança”, afirma a profissional da Rede Kanguruh de Babás.
“Convivemos com pais que têm três babás – uma para o dia, outra para noite e outra para o fim de semana. Praticamente, a criança convive mais com a babá do com que o pai e a mãe. Com certeza, ela iria preferir passar um dia especial ao lado deles do que ganhar um super-presente”, explica Rafaela Régis.

Para quem pensa em unir a convivência com os pequenos ao gesto de presentear, a escolha do brinquedo faz toda a diferença. Comprar a boneca ou a coleção mais cara nem sempre é o melhor caminho, afinal é na infância que a criança começa a aprender o valor das coisas. “A criança precisa aprender que ela tem um limite, e isso começa desde os primeiros meses de vida. Ela precisa saber que, na vida, nem sempre se consegue tudo o que se deseja”, diz Régis.

Uma lição que a publicitária Manuela Camargo já ensina ao filho Lucas, 5 anos. Enquanto tentavam escolher o melhor presente para a data, o menino ficou entusiasmado com uma coleção do Lego que custava R$ 499, mas a mãe logo ressaltou que o mimo estava fora do orçamento da família. “Filho, esse brinquedo nem pensar, é muito caro”, afirmou.

“Existem muitas coisas baratas e divertidas. Pai e filho podem criar um brinquedo a partir de material reciclado, por exemplo. Tenho certeza de que esse será um momento mais inesquecível para a criança do que receber o último lançamento, o brinquedo do momento”, enfatiza a psicóloga, ressaltando a importância de observar a faixa etária à qual o item é destinado, para a própria segurança dos meninos e meninas.

Essa foi uma das preocupações da engenheira química Dilma Hohlenwergee na escolha do presente para Ian, 4 anos, em meio às prateleiras abarrotadas de brinquedos da loja BMart, no Shopping Iguatemi, ontem de manhã. “Quem escolhe é ele, mas tem que respeitar o limite de preço, a idade e a interatividade. Tem que ser um brinquedo que faça com que ele se mova, e não fique apenas olhando parado, como um videogame”, explicou. O casal Cassilda e Egar Calmon estava entretido com o universo dos jogos educativos. “Queremos levar algo que faça com que nossa filha aprenda alguma coisa enquanto brinca”. Matéria de Adriana Jacob.

RJ - Jornal do Brasil (Caderno Barra) - 07/10/2007

Brincando de viajar no túnel do tempo

A psicopedagoga da Kanguruh, Simone Barreto, deu as dicas da matéria sobre os melhores brinquedos para darmos aos nossos filhos no Dia da Criança. Matéria de Eliane Nóbrega.


WEB - G1 (GLOBO.COM) - 05/10/2007

Vagas de babá já atraem homens

A popstar Madonna chamou atenção da mídia ao contratar um homem como babá para cuidar de seu filho adotivo David. A prática não é novidade no exterior, mas, para a moda pegar no Brasil, é preciso vencer barreiras culturais, segundo especialistas.

Ainda assim, homens já começam a se candidatar para vagas de emprego de babá, profissão tradicionalmente desempenhada por mulheres. “É uma novidade no Brasil e, por isso, há questões para rompermos. Tipicamente as babás são do sexo feminino, com isso as famílias confiam mais em mulheres. Os homens, por outro lado, talvez não se vejam desempenhando esta função”, afirma Ana Cássia Maturano, psicóloga e psicopedagoga pela Universidade de São Paulo (USP).

Janílson Reis, de 21 anos, já cuidou de duas crianças em Belém, cidade onde mora, e deseja trabalhar como babá novamente. “Ficava encarregado de levar e buscar dois irmãos da escola. Fazíamos o caminho a pé. Quando chegava à casa deles, brincava por uma hora, até que o pai voltasse do trabalho”, afirma o rapaz.

Na ocasião, ele foi contratado pela vizinha e exerceu a função durante cerca de dois anos. “Só parei de trabalhar porque as crianças mudaram para uma escola mais próxima de onde moravam”, conta.

Especialização

Atualmente o rapaz faz um curso para babás em busca de aperfeiçoamento. “Acho que é raro ver homens como babás, mas tenho habilidade com crianças. Gostaria de trabalhar em casa de família ou em creches.”

Reis é um dos dois homens do curso promovido pela agência de babás Kanguruh, em Belém. A turma conta, ao todo, com 16 alunos, mostrando que a parcela masculina ainda é reduzida. O curso tem duração de quatro meses, com aulas de segunda a sexta-feira e estágio supervisionado.

(...)

Pontos a favor

A psicóloga Amanda Couceiro , que presta assessoria a uma agência no Pará que dá curso de especialização para babás e as coloca no mercado de trabalho, afirma que, independentemente do sexo do profissional, a seleção para uma babá deve ser cautelosa. Segundo Amanda, referências e antecedentes devem ser checados. Os pais também devem monitorar o profissional durante um período de adaptação.

“A forte entrada das mulheres no mercado de trabalho de uns anos pra cá fez com que os pais tivessem que dividir algumas funções nos cuidados com os filhos, que antes ficavam restritas à mãe. Por isso, acho que a idéia de que babás devam ser exclusivamente do sexo feminino tem chances de ser quebrada”, afirma.

Outro ponto positivo é a disposição física dos homens. “Eles têm mais fôlego para correr, jogar bola, praticar esportes. Para a profissão emplacar, resta a confiança das famílias”, afirma a psicóloga. Em


PE - Jornal do Comércio - 30/09/2007

Serviço de babás tem reforço

A Kanguruh Baby Care abriu uma franquia de recrutamento de babás bem treinadas no Recife

Recife ganhou, este mês, mais uma empresa de recrutamento de babás para o mercado de trabalho. A Kanguruh Baby Care inaugurou uma franquia na cidade, no último dia 18, na Avenida Conselheiro Aguiar, nº 1.472, em Boa Viagem. A empresa é especializada em encaminhar babás de alto padrão para as vagas no mercado.

O investimento na franquia foi de R$ 50 mil. A empresa já está presente em 10 Estados. O cadastro das babás é formado por profissionais especializadas. A empresa tem normas rígidas de entrevista, exige um preparo técnico e experiência das candidatas.

Os cursos oferecidos pela empresa são psicologia infantil, nutrição, primeiros socorros, cuidados neonatais, fonoaudiologia e segurança para babás. O último é ministrado por um militar da ativa. “Ainda temos o curso de ética e postura profissional. Com o aumento da violência, é preciso que as profissionais estejam atentas ao andar nas ruas com as crianças. É necessário também saber como agir em casos de acidentes domésticos e até mesmo quando existe suspeita de assalto ou sequestro”, ressalta a franqueada da Kanguruh Recife, Camila Valença.

Segundo ela, a empresa checa com rigor todas as indicações das candidatas. “Toda a experiência e as referências são checadas em um processo documentado e transparente aos pais que podem, se quiserem, refazer todo o caminho percorrido pela Kanguruh durante a checagem”, explica Camila.

EXIGÊNCIAS
As babás selecionadas têm ficha criminal limpa, carteira de vacinação em dia e aprovação no processo seletivo realizado por psicólogas (que se estende do cadastro à aprovação final no curso) e ainda passam por um exame de saúde.

Outro trabalho feito pela empresa é a seleção de babás voltadas para o cuidado de crianças especiais. Nesse caso, as profissionais são treinadas por um fisioterapeuta e uma fonoaudióloga. Mais informações sobre a Kanguruh Baby Care podem ser obtidas pelo telefone 3326-2577 ou no site www.kanguruhrecife.com.br.



PE - Folha de Pernambuco - 24/09/2007

Recife recebe agência de babás

kanguruh ~ atendimento a crianças, cursos e consultoria


Os pais e mães do Recife terão mais opções na hora de contratar as babás de seus filhos. Desde a última semana, a cidade conta com uma franquia da Kanguruh Baby Care em Boa Viagem, Zona Sul da Capital. O investimento de R$ 50 mil promete gerar 600 oportunidades de emprego por ano para babás e baby-sitters de Pernambuco. O salário a ser pago é acertado entre o contratante e a profissional, de acordo com a escolaridade e experiência da mesma. Em média, varia entre um salário mínimo (R$ 380 - Ensino Fundamental e sem experiência) e R$ 1 mil (Nível Técnico em Enfermagem e dois anos ou mais de experiência).
De acordo com a franqueada no Recife, Camila Valença, a seleção para novas candidatas deverá ocorrer duas ou três vezes por semana. As interessadas devem entrar em contato com a Kanguruh através do telefone ou e-mail da empresa. As inscrições são gratuitas. As futuras babás passam por capacitação com cursos de Psicologia Infantil, Nutrição, Primeiros Socorros, Cuidados com o Neo-Natal, Fonoaudiologia e Segurança. “Também oferecemos outros cursos de acordo com a necessidade dos pais, como, por exemplo, treinamentos em Fisioterapia e Fonoaudiologia, com profissionais da área”, ressalta Camila.
Além de oferecer um banco de dados nacional com candidatas dos dez estados em que atua, a empresa promoverá semanalmente cursos de formação para profissionais do setor ao custo de R$ 135 para as não cadastradas na Kanguruh. Os custos para os pais variam de acordo com os serviços prestados pela empresa. O tipo mais simples de contrato prevê a possibilidade da troca da profissional caso não haja compatibilidade com a família num período de até 60 dias, no valor de R$ 398. Um pacote semelhante, mas com duração de um ano, sai por R$ 558. Já a contratação de filiação nacional, com a possibilidade de contratar babás de qualquer ponto do País atendido pela franquia em 12 meses, que permite aos pais contar com profissionais capacitadas em viagens, fica por R$ 678. Matéria de Henrique Lima , foto Chico Farias .



PE - Diário de Pernambuco - 18/09/2007

Babá a um clique

kanguruh ~ atendimento a crianças, cursos e consultoria


O Diário de Pernambuco trouxe matéria sobre a Kanguruh Recife, ilustrada por Camila Valença (responsável pela filial desse estado) e sua filhinha Clarice, juntamente com a babá Cristina.



BR - Revista QUEM Acontece (Ed. 364) - 29/08/2007

Filhos de Celebridades

kanguruh ~ atendimento a crianças, cursos e consultoria



A criadora e diretora nacional da Rede KANGURUH participou da matéria de capa da revista, falando dos cuidados que se deve ter ao colocar uma babá para cuidar dos filhos de pessoas conhecidas. A matéria é de Iva Oliveira e Poliana Costa .



Belém - O Liberal - 13/08/2007

Curso visa qualificar babás para terem diferencial

A matéria do jornal falou da importância da qualificação profissional na profissão de babá e do sucesso da Kanguruh Belém, que em oito meses de funcionamento já formou mais de 200 profissionais, inserindo 90 delas no mercado profissional.




BR - Revista Crescer - 07/2007

Novo Manual da Babá

A Revista Crescer trouxe uma matéria sobre babás onde a Kanguruh e suas clientes de todo o Brasil participaram ativamente. A matéria é de Thaís Siqueira Lazzeri .




BR - Economia&Negócios -REDE MULHER- 03/07/2007

Entrevista com Márcia Medeiros, da KANGURUH SP

A coordenadora da Kanguruh SP, Marcia Medeiros foi a entrevistada do programa comadando por Fátima Turci e exibido em rede nacional.




SJRP (SP) - Bom Dia Rio Preto - 29/06/2007

kanguruh ~ atendimento a crianças, cursos e consultoria


A Kanguruh São José do Rio Preto foi matéria no jornal, que destacou a importância da qualificação das profissionais.

No mercado de trabalho cada vez mais competitivo, qualificação é a palavra de ordem. Em Rio Preto existe um mercado crescente e carente, que busca babás e empregadas domésticas com boa formação e capacitação.

Para atender à demanda, empresários instalaram na cidade a Kanguruh, rede de aperfeiçoamento de babás, e a Innocentini Gestão em Serviços Domésticos (leia mais nesta página).

A enfermeira Juliana Alvarenga, mãe de uma filha de sete anos, trouxe a franquia Kanguruh para Rio Preto. “Mães que trabalham fora precisam ter alguém competente em casa, que possa resolver os problemas”, diz.

Foi pensando nisso que há quatro anos Roberta Rizzo criou a escola para babás, que hoje tem filiais em oito estados brasileiros.

A empresa atua na capacitação de pessoas que desejam trabalhar como babás e baby sitter e na qualificação de quem está no mercado. A babá tem vínculo empregatício com a família. A baby sitter é contratada por hora ou por fim de semana.

O curso intensivo dura dois dias e ensina conceitos de nutrição, recreação, segurança, ética, primeiros socorros, entre outros. “O perfil da empresa é realmente qualificar a pessoa.”

Para quem está fora do mercado de trabalho, o curso é gratuito. Se a pessoa for aprovada em todas as etapas, passa a fazer parte do banco de babás da Kanguruh, disponível no site da empresa.

Se a candidata estiver empregada, paga R$ 135. A apostila custa R$ 15 e é necessário 80% de acerto para aprovação no treinamento.

A primeira turma vai passar por treinamento nos dias 7 e 8, das 8h às 18h30. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (17) 3227-8566. (...) Matéria de Liza Mirella , foto Sidney Costa .




BRASIL - HAPPY HOUR - GNT - 29/05/2007

" Babá: amiga ou inimiga?" foi o tema debatido por Carmen Nogueiras, psicóloga da Kanguruh, Chris Nicklas, mãe de gêmeos, Suzana Vieira e Pedro camargo Mariano, sob comando de Astrid Fontenelle .



RJ - Extra - 21/05/2007

Com orgulho, ffomos matéria em duas editorias diferentes no jornal. Na editoride empregos, falamos sobre a profissão de babá. E na editoria Viver Bem nosso curso obteve destaque com uma de nossas babás, Geni Paiva, que trabalha atualmente com Andréa Veiga e seu filho.



RJ - O Dia - 20/05/2007

No dia em que o Rio homenageia as babás - através de uma lei municipal, o terceiro domingo de maio é o Dia da Babá na cidade - a Kanguruh foi unanimidade nos veículos de imprensa para falar sobre a profissão. A empresa foi matéria no Jornal O Dia.



RJ - JB Barra - 25/03/2007

Babás mais que perfeitas em ação

A matéria, ilustrada pelos gêmeos Paulo e Bruno, filhos de Roberta Rizzo, abordou a importância da especialização das babás do século XXI. Matéria de Elaine Magalhães



RJ - Jornal do Rio - Record - 22/03/2007

Roberta Rizzo falou sobre os cuidados na contratação de uma babá. Entrada direto da Cinelândia, ao vivo.


BRASIL - Antenados na Geral - Rede CVC - 21/03/2007

A Psicóloga Carmen Nogueiras particiou ao vivo de debate sobre o Dia Mundial da Infância, na Rede CVC, em programa exibido em vários países.



SP e RJ - Programa da Tarde - Record - 14/03/2007

A Kanguruh de São Paulo e ilustrou matéria que contou também com a participação de Roberta Rizzo, seus filhos gêmeos e uma de suas babás, Adriana. A matéria alertou para a necessidade de especialização das babás


PR - O Estado do Paraná - 08/03/2007

Curso ensina como ser babá qualificada

Na hora de contratar um profissional para cuidar dos filhos enquanto trabalham fora, os pais estão cada vez mais exigentes quanto a qualificação e experiência. Só a carta de referência não está sendo suficiente para definir a escolha. E com vistas nesse mercado estão surgindo cursos e agências de mediação desses profissionais.

Funcionando desde janeiro em Curitiba, a Kanguruh - empresa que atua na qualificação e contratação de babás em 12 estados brasileiros - está oferecendo cursos gratuitos para quem quer ingressar na profissão. Uma das diretoras da empresa, Carolina Benini, conta que atualmente a ocupação de babá está sendo reconhecida como uma profissão, pois antes era apenas vista como uma empregada doméstica, que nas horas vagas também cuidava das crianças. "Hoje existem até pessoas com curso superior que estão trabalhando como babás. São enfermeiras, pedagogas e outras profissionais que estão ingressando nessa área", disse.

Segundo Carolina, dependendo da qualificação e experiência, os salários podem variar de R$ 400 a R$ 1 mil. O curso oferecido pela Kanguruh tem 22 horas/aula e inclui no programa disciplinas como primeiros socorros, ética e postura profissional, noções de etiqueta, prevenção e segurança, nutrição infantil, fonoaudiologia, aleitamento materno, cuidados com o neonatal e desenvolvimento infantil. Segundo Carolina, as únicas exigências para participar do curso é ser maior de 18 anos e não ser fumante. Matéria de Rosângela Oliveira .



PA - Diário do Pará - 22/02/2007

Babás recebem qualificação

Mais de um ano após a morte da babá Marielma de Jesus, ainda é grande o número de crianças que trabalham na função. No Pará, cerca 25 mil crianças estão envolvidas com o trabalho infantil doméstico, dos quais 95% são do sexo feminino.
Uma das formas de combate a essa situação é a contratação de adultos. “Se quiserem ajudar meninas pobres, que paguem o material escolar, roupas e remédio, mas sem tirá-las de suas famílias. E quem conhece casos de meninas babás que denunciem às autoridades”, afirma Ida Pietricovsk, do Unicef.
Segundo Ida, o processo de retirada da criança de sua família é extremamente violento e alerta para uma realidade cada vez mais cruel: alguns estudos apontam que mulheres filhas de empregadas domésticas acabam trilhando pelo mesmo caminho das mães.

Para quem quiser contratar os serviços de profissionais já há em Belém a empresa Kanguruh, que oferece cursos de qualificação para babás gratuitamente. O treinamento é gratuito, os requisitos básicos são saber ler e escrever e que a pessoa goste de criança. “Não é basta estar desempregada. É por isso que fazemos uma seleção, com avaliação psicológica e checagem de referências. Depois ainda é necessário fazer uma prova”, explica a psicóloga Amanda Couceiro, coordenadora da Kanguruh. “É necessário dar condições para as trabalhadoras, pois se elas estiverem bem, vão cuidar melhor das crianças”, ressalta.
Entre os conhecimentos que as babás adquirem estão primeiros socorros, nutrição, odontologia, fonoaudiologia, recreação e desenvolvimento infantil. Um dos destaques é o de segurança: por meio dele a babá aprende a prevenir acidentes e situações de perigo. “Uma das instruções que damos, por exemplo, é que ela nunca dê informações a respeito da família com a qual está trabalhando”, conta a psicóloga. Matéria de Flávia Ribeiro .


RJ - O Globo - Caderno Barra - 04/02/2007

Aprendendo nos Shoppings

O caderno Barra do Globo trouxe matéria sobre cursos que são ministrados em shoppings. A Kanguruh, que inovou ao escolher um shopping para estabelecer-se, pensando no conforto de seus clientes, foi uma das empresas citadas - e a única no seu segmento. Matéria de Rafael Teixeira .



DF - Jornal de Brasília - 11/01/2007

Preparo

A empresária Fernanda Romancini continua orientando babás na cidade. O curso já formou cerca de 200 profissionais desde o ano passado e 80% delas estão empregadas. Durante as aulas, elas têm noções de higiene, nutrição e psicologia infantil. Coluna de Paula Santana , no Jornal de Brasília.



PA - Diário do Pará - Revista TOP - 07/01/2007

O dia-a-dia da psicóloga Amanda Couceiro

A psicóloga e empresária Amanda Couceiro, da Kanguruh Belém foi destaque na coluna Top Day , do Diário do Pará . Uma página inteira foi destacada para Amanda, mostrando que, apesar da vida corrida à frente de suas duas empresas, ela faz questão de dedicar tempo exclusivo para o marido Leopoldo Couceiro e os filhos Fernanda e Felipe. Matéria de Nathália Moraes Rêgo. Fotos: André Mello.

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RJ - Revista O Globo - 17/12/2006

Viagem e férias tranquilas

A Revista O Globo trouxe, nesse domingo, matéria na qual a Kanguruh listou os principais perigos para as crianças em férias e os cuidados a serem tomados para evitar riscos. Matéria de Tânia Neves .


Belém - O Liberal - 11/12/2006

A Kanguruh de Belém foi matéria no jornal O Liberal.

Centro garante treinamento para qualificação de babás
Muitas mulheres que gostam de crianças têm chance de se preparar

Depois de conquistar as famílias cariocas, enfim, a Kanguruh, centro de treinamento e contratação de babás chega em Belém. Na região, a responsável pela empresa é a psicóloga Amanda Couceiro. A filial tem tudo para dar certo, já que segundo a empresária, muitas mães estão em busca de mão-de- obra segura e qualificada para cuidar de seus filhos na região e além disso, muitas mulheres que gostam de crianças vão aproveitar o curso para ter a chance de se qualificarem e garantirem uma vaga no mercado de trabalho.

Hoje em dia, com o mercado de trabalho cada vez mais cor-de-rosa, as mães estão mais exigentes e desejam uma profissional com conhecimentos específicos para promover um bom desenvolvimento infantil e que passem segurança quanto à educação de seus filhos. 'Foi identificando, no dia-a-dia, as principais necessidades, expectativas e queixas das mães em relação às babás, que a Kanguruh realiza um trabalho de qualidade. A babá perfeita é aquela que sabe conciliar educação e diversão, com noções sólidas de segurança, nutrição e higiene.- diz Roberta Rizzo, diretora nacional da Kanguruh, que já possui franquias em Brasília, Cuiabá, Fortaleza, São Paulo e Paraná.

Eficiência

Para oferecer um trabalho eficiente, a empresa decidiu investir em ações de tecnologia e psicologia. Agindo assim, a Kanguruh conquista a cada dia a credibilidade das mães e oferece oportunidades de emprego e qualificação para babás. Depois de apresentarem comprovação na área, curso de enfermagem e comprovante de endereço em seu nome, a empresa faz uma checagem gravada da origem social das candidatas e da vida profissional de cada uma. No momento da entrevista, um vídeo digital da babá é feito, dando maior comodidade às mães que podem assisti-lo e escolher a profissional ideal pela homepage da empresa.

A próxima etapa é a avaliação psicológica realizada pela profissional da área. Através da avaliação é possível detectar as características pessoais da candidata, como sanidade mental, agressividade, atenção, organização, submissão, empatia, entre outros. Isto é importante para saber o que esta profissional tem a transmitir à criança a qual irá cuidar. Mas o trabalho da empresa não termina por aí. Consciente de que encontrar a babá perfeita não é tarefa muito fácil, a empresa resolveu criar soluções para trabalhar alguns problemas que surgem no dia-a-dia. Algumas profissionais não fazem um bom trabalho prático e quando as mães acham uma babá de confiança que cuida bem dos seus filhos, outros problemas podem surgir como as dificuldades no relacionamento entre as duas. Se a babá não sabe trocar fraldas, dar banho ou comida, um curso prático está sendo promovido na Kanguruh.

No local, as babás aprendem atividades referentes à função e um pouco mais sobre o universo infantil no século XXI, como, por exemplo, o porquê de não ser saudável uma criança ficar horas na frente da tv e dos vídeo-games, a importância da rotina na vida da criança, a importância do brincar, da leitura e dos computadores etc. Psicologia e Desenvolvimento Infantil, Neonatal e primeiros socorros, Técnicas de respiração boca a boca, Criança do século XXI, Prevenção e Segurança Infantil- aula ministrada por uma psicóloga, Ética e postura profissional para babás, Desenvolvimento de crianças especiais- com síndrome de down, Nutrição Infantil, Fonoaudiologia Infantil e odondopediatria infantil são os módulos do curso.

Dinâmicas

Quando o problema é de relacionamento, a empresa utiliza as mesmas alternativas de empresas de grande porte, adaptadas ao ambiente doméstico: é preciso descobrir a origem das dificuldades realizando dinâmicas entre as mães e as babás. 'A partir do momento em que a mães racionalizam que é melhor resolver os problemas que estão interferindo na relação entre ela e a babá, do que perder uma boa profissional que trata bem dos seus filhos, é possível obter resultados satisfatórios', diz Roberta. Assim, a personal nanny foi criada. A idéia está diretamente ligada com o bom entrosamento entre a babá e o ambiente familiar. O primeiro passo do trabalho se resume num diagnóstico dos problemas que a babá apresenta ao realizar as tarefas do dia-a-dia. Depois de traçar o perfil da família, a personal nanny parte para ação por intermédio de um treinamento personalizado na casa onde a babá atua, sem modificar a rotina. Quesitos como segurança, primeiros socorros, cuidados com o neo-natal, brincadeiras e higiene fazem parte deste treinamento diferenciado.

Se houvesse um preparo prévio para quem quisesse ingressar nessa profissão e punições adequadas a quem desrespeitasse as regras da categoria, a violência infantil diminuiria consideravelmente. A empresa funciona como uma escola profissionalizante. Unindo uma equipe multidisciplinar, formada por psicólogas, nutricionistas, pedagogas, enfermeiras, Amanda pretende repetir o sucesso do Rio, onde depois de três anos de mercado mais de 10 mil babás já foram contratadas e formadas. Assim, ela deseja obter a confiança das mâes, o carinho das crianças e a gratidão das babás que alcançam uma vaga no mercado.

RJ - Jornal do Brasil - 11/12/2006

SUPERBABÁ COLOCA AS CRIANÇAS NA LINHA

A Revista Ponto com do Jornal do Brasil trouxe matéria com participação da diretora nacional da Rede Kanguruh de Babás, estabelecendo os limites da babá. Matéria de Patrícia Streit .



CE - O Povo - 09/12/2006

CURSO DE BABÁS

Nos dias 16 e 17 de dezembro, a empresa Kanguruh, localizada no Shopping Aldeota Expansão, promoverá um curso de formação de babás, direcionado para mulheres que estão fora do mercado de trabalho e gostam de crianças. Se apresentarem bom aproveitamento nas aulas, as alunas são encaminhadas para a central de vagas da empresa. No curso, as profissionais terão noções de higiene, nutrição e educação infantil. Mais informações: www.kanguruh.com.br ou pelo telefone: (85) 9164-9769. Jornal O Povo .

CE - Belmiro entre Amigos -TV Diário - 07/12/2006

Mara Façanha, psicóloga e diretora da Kanguruh Ceará foi entrevistada e falou sobre o trabalho desenvolvido pela Kanguruh .

CE - Força de Trabalho - TV Jangadeiro - 02/12/2006

Mara Façanha, psicóloga e diretora da Kanguruh Ceará falou sobre o mercado de trabalho para as babás, na emissora que é a afliada do SBT no estado.



DF - Bom Dia DF - Rede Globo - 11/10/2006

Fernanda Romancini, diretora da Kanguruh Brasília, foi entrevistada no Bom Dia DF , da Rede Globo.

CE - Diário do Nordeste - 09/10/2006

Babá online

Especializada na seleção de babás, a empresa Kanguruh Fortaleza, criou em seu site ( www.kanguruh.com.br ) a seção ‘‘Babá Digital'' para facilitar aos pais a escolha das profissionais para cuidar de seus filhos. O site disponibiliza vídeos de entrevistas com as candidatas. A novidade agora é o vídeo-torpedo, com a divulgação de um ‘‘vídeo-currículo'' das profissionais via celular.



MT - Diário de Cuiabá - 08/10/2006

Cuiabá ganha escola de babás

Cuiabá agora tem a sua própria escola de babás. A iniciativa trazida do Rio pela psicóloga Renata Muller já está sendo um sucesso. A idéia é que os pais pensem duas vezes antes de contratar uma profissional que tome conta dos seus filhos, atitudes como esta evitariam casos de violência domésticas vistos nas manchetes e além disso diminuiria a exploração infantil, quando famílias utilizam meninas, menores de idade, para atuarem com babás.


Além de indicar babás com boas referências para os pais, a empresa também forma super babás. O superlativo pode ser utilizado já que além de atividades recreativas, durante o curso, as alunas aprendem noções sólidas de nutrição, higiene e segurança infantil. Afinal, segundo Renata Muler, babá não é apenas aquela que brinca, mas é aquela que cuida. "Hoje em dia, com o aumento da violência, é preciso que as profissionais estejam atentas ao andar nas ruas com as crianças, é necessário também saber como agir em casos de acidentes domésticos e até mesmo quando existe suspeita de assalto ou sequestro", comenta Renata.


Para as crianças especiais, a empresa já entrou na onda Manoel Carlos e possui atendimento personalizado, o que reúne a fisioterapueta, fonoaudiólioga, a criança com síndrome de down, a babá e os pais para estimular os movimentos e a fala, tudo em conjunto.


A Kanguruh está fazendo a cabeça dos pais pelo Brasil e conscientizando-os da importância da checagem das referências e da avaliação psicológica na escolha da babá, até agora já são cinco filiais: Brasilia, Fortaleza, Maranhão, São Paulo e Curitiba,mais a sede no Rio de Janeiro. A próxima parada é imternacional: em Portugal. A comodidade da empresa para os pais é tanta que o investimento na área tecnológica é pesado: em vez de irem a loja para escolher suas babás, os pais podem fazer a seleção pela internet. O site disponibiliza a entrevista com candidatas aprovadas. Reunindo psicologia e tecnologia, Renata Muller pretende conquistar as famílias da região e aumentar o mercado de trabalho para as babás. Mais informações no site www.kanguruh.com.br ou pelos telefones (65) 3028-1221e 3028-1223.


CE - Diário do Nordeste - 27/09/2006

Mara Façanha está em nota na coluna Gente de Empresas, do Diário do Nordeste.

Berço e mercado

A empresária Mara Façanha comemora o sucesso da Kanguruh, no Shopping Aldeota, com curso de formação e qualificação de babás em turma de 30 alunas. Nota de Moacir Maia.

DF - Jornal de Brasília - Paula Santana - 23/09/2006

Treinamento

E a empresária Fernanda Romancini participou de um intensivão na empresa de babás Kanguruh, no Rio de Janeiro, e trouxe a franquia para o Sudoeste. Está fervendo de mães dependentes de babás para sobreviver. Coluna Paula Santana



MT - A Gazeta - Coluna Fernando Bacarat - 23/09/2006

Qualificação

A empresária Renata Muller forma o seu primeiro grupo de babás na Kanguruh. A partir de segunda- feira, pais e mães de plantão, desesperados em busca de babás, já podem contratar uma profissional qualificada, e com certificado. Tudo é monitorado através do site da escola. É a modernidade a favor da comodidade dos papais. Coluna Fernando Bacarat



RJ - O Globo (Caderno Barra) - 03/09/2006

A psicóloga responsável pelocurso de babás para crianças especiais da Kanguruh , Júlia Linzmeier foi entrevistada na matéria,que também indica os cursos da empresa.


CE - O Povo - 03/09/2006

Escola de Babás

Será inaugurada no dia 9 de setembro, a escola de babás das lojas Kanguruh, rede de franquias que atuam na formação e recrutamento de babás. A proposta é qualificar novas profissionais, com módulos teóricos e práticos sobre desenvolvimento infantil, ética e postura profissional, nutrição infantil, fonoaudiologia infantil, primeiros socorros, cuidados com neo-natos e segurança. Depois de concluído o curso, as participantes serão encaminhadas para a central de vagas da própria empresa. Para participar, é necessário possuir formação completa em Ensino Fundamental. Mais informações pelo telefone (85) 9164-9769 ou através do site www.kanguruh.com.br.



DF - Tribuna do Brasil - 19/08/2006


Depois de conquistar as famílias cariocas, a Kanguruh, centro de treinamento e contratação de babás, chega em Brasília. Na região, a responsável pela empresa é a fisioterapeuta Fernanda Romancini. A inauguração oficial da loja, que fica no Sudoeste, acontece hoje.



DF - Correio Braziliense - 19/08/2006


A KANGURUH BRASÍLIA foi matéria no Caderno de Empregos do Correio Braziliense com os cursos para babás e babás para crianças especiais.


CE - Diário do Nordeste - 17/08/2006

Empresa especializada em babás abre no Ceará

O Diário do Nordeste fez matéria sobre a KANGURUH FORTALEZA, que será inaugurada na primeira semana de setembro. A loja ficará situada no Shopping Aldeota. (somente acessível para leitores cadastrados)

Há quem diga que não há preço que pague uma boa babá, de confiança, que tenha empatia com a criança, seja higiênica e cuidadosa. Encontrar uma pessoa assim é raro, mas pode tornar-se mais fácil com a instalação da primeira empresa, no Ceará, especializada no treinamento e contratação de babás, enfermeiras, babysitters, folguistas e mensalistas, todas especializadas em cuidar de bebês e crianças.

A idéia é que o lançamento da Kanguruh seja no dia 5 de setembro, no Shopping Aldeota Open Mall, às 18 horas. A empresa, do Rio de Janeiro, possui franquias em São Luís, Brasília e Cuiabá. Também em setembro, uma filial deve ser aberta em Portugal.

A empresa trabalhará em duas frentes. Pessoas interessadas em trabalhar na área, cuidando de crianças, passarão por uma triagem inicial e depois farão curso de um fim de semana. “Mesmo com experiência a pessoa terá que fazer o curso”, explica a psicóloga e coordenadora da Kanguruh no Ceará, Mara Façanha.

“Exigimos exames de sangue, pele, pulmão e a ficha corrida policial e cível limpa. Também checamos todas as referências, não só ligando, mas investigando se aquela pessoa não é uma amiga da babá que está se fingindo de ex-patroa, conversamos com ex-patrões, checamos o comprovante de residência”, explica a psicóloga”.

No site da empresa, haverá foto da babá, currículo, uma entrevista em vídeo e sua posição no processo seletivo. Feito o acordo entre empresa e responsável pela criança, o cliente pode fazer quantas entrevistas achar necessárias, com ou sem acompanhamento de um profissional da Kanguruh.

Escolhida a babá, enfermeira, babysitter, folguista ou mensalista, Mara Façanha informa que a empresa continua fazendo acompanhamento da contratação, inclusive com a possibilidade de se fazer um treinamento na casa da pessoa, com babá e crianças junto. “Isso acontece mais com crianças com necessidades especiais, mas pode ser com qualquer pessoa interessada”, diz.

SERVIÇO: Mais informações no endereço eletrônico www.kanguruh.com.br ou pelo telefone (85) 9164-9769.



DF - Jornal de Brasília - 12/08/2006

A inauguração da Kanguruh Brasília foi nota na coluna de Paula Santana, no Jornal de Brasília de 12/08/2006.

RJ - Carreira e Sucesso - Rede Record - 07/2006

Sobre a profissão de babá

A psicóloga Juliana Zorzi falou ao programa sobre a profissão de babá e sobre o projeto de regulamentação da profissão, que aguarda votação no Congresso Nacional,proposto pela Kanguruh.

RJ - O Globo - 16/07/2006

Babás em Lisboa

Com pouco mais de três anos e só seis meses de franchising, a Kanguruh Baby Care vai ganhar o mundo. Em setembro, a empresa de recrutamento,seleção e treinamento de babás inaugira a primeira franquia em Lisboa, Portugal. A primeira loja da Kanguruh surgiu na Barra. E desde janeiro deste ano fdoram abertas quatro franquias (Fortaleza, Brasília, Maranhão e Cuiabá) Nota de Luciana Calaza .



RJ - Revista O Globo - 21/05/2006

Os Sete Pecados da Babá

A Revista O Globo trouxe, nesse domingo, matéria na qual a Kanguruh listou as queixas mais frequentes dos pais em relação às babás. Matéria de Tânia Neves .



BRASIL - Mais Você - Rede Globo - 05/04/2006

O curso de babás da Kanguruh foi matéria no programa de Ana Maria Braga. Nosso agradecimento à nossa cliente Juiara Miranda, à sua filhinha Júlia e à babá Elizabeth. Veja a matéria!

RJ - O Fluminense - 02/04/2006

Profissão: Babá


kanguruh ~ atendimento a crianças, cursos e consultoria
Nosso agradecimento à Júlia, na foto acompanhada pela babá Elisabeth , e à sua mãe Juiara Miranda . Foto: Priscila Miranda


Existe um mercado em expansão e carente: a profissão de babá. A procura por contratar uma profissional com uma boa formação é crescente. Com pais cada mais exigentes, as babás precisam de qualificação para facilitar a vida das mães que trabalham fora.

Os empregadores estão pagando bem, mais do que a média, quando encontram uma profissional à altura de sua expectativa. Uma babá que trabalha somente nos fins de semana e feriados ganha em torno de R$ 400 por mês. Aquelas que têm folga semanal recebem de R$ 600 a R$ 800 mensais. E as que tiram folga quinzenalmente têm um salário variando de R$ 800 a R$ 1,2 mil.

Mas não basta apenas gostar de criança para se candidatar ao cargo. Apesar do crescente número de vagas com bons salários, é preciso aperfeiçoamento para entrar no mercado de trabalho.

Compreendendo bem a difícil situação da mulher que trabalha fora e precisa de ajuda na criação de seus filhos, e percebendo a falta de babás qualificadas e preparadas no mercado, Roberta Rizzo criou um curso de formação e treinamento para babás.

Roberta perdeu a mãe quando estava grávida e ficou desesperada. Depois que seus gêmeos nasceram, ela entrevistou várias pessoas, mas não encontrava a babá ideal para cuidar de seus filhos e resolveu criar a empresa Kanguruh Baby Care, unindo uma equipe multidisciplinar, formada por psicólogas, nutricionistas, pedagogas e enfermeiras.

"O mercado de trabalho está cada vez mais cor de rosa e com isso, as mães necessitam deixar seus filhos em casa e sair para o trabalho. Elas desejam uma profissional com conhecimentos específicos para promover um bom desenvolvimento infantil e que passem segurança quanto à educação de seus filhos. A babá precisa saber conciliar educação e diversão, com noções sólidas de segurança, nutrição e higiene", afirma.

Candidatas devem ter noções de saúde infantil

Os cursos de aperfeiçoamento (escolas de babás), além de suprirem as candidatas com informações sobre segurança, higiene e saúde infantil, são uma porta entreaberta para o mercado de trabalho. Aquelas que fazem o curso e apresentam um bom rendimento, levam, em média, 15 dias para conseguirem empregos, com salários a partir de R$ 400. Cerca de 60 alunas fazem o curso por mês e geralmente 50 passam por todo o processo e ficam aptas para o mercado.

Danielle Couto, de 26 anos, sempre gostou de criança, fez o curso normal de nível médio para dar aulas a crianças de 1ª a 4ª série e trabalhou numa creche durante dois anos cuidando de crianças de 3 meses a 4 anos. Danielle procurou o curso de babás da Kanguruh para se atualizar e para poder entrar nesse mercado mais rápido.

"O curso me atualizou, recebi um mundo novo de conhecimentos e cuidados com as crianças. A gente pensa que sabe tudo, mas tem muito mais para aprender", explica ela, que atualmente está trabalhando e recebe R$ 500 por mês.

A empresária Juiara Miranda, de 35 anos, mãe da pequena Júlia de 1 ano e 4 meses, passou pelas mesmas dificuldades que Roberta quando sua filha nasceu. Os avós da Júlia, tanto maternos, quanto paternos moram longe e precisou de alguém com experiência, de confiança e com qualificações para ajudá-la nos cuidados com a menina. Juiara então procurou a Kanguruh e contratou Elisabete da Conceição, de 29 anos.

Segundo Juiara, a Elisabete é uma ótima profissional com ótimas noções de segurança e cuidados com a saúde do bebê, atenta e preocupada.

"Já havia contrato outra pessoa, mas ela estava desatualizada e tinha vícios como sacudir demais a Júlia na hora de colocá-la para dormir, entre outras coisas erradas que as pessoas desinformadas e sem o devido preparo fazem", explica Juiara.

Elisabete, a babá da Júlia, trabalhava no comércio, mas essa não era sua verdadeira vocação e ela fez cursos de patologia clínica e de formação de babás.

"O que achei mais importante foram às aulas de segurança. Nos dias de hoje, é necessário estar sempre atenta", relata Elisabete, que trabalha de segunda a sábado e recebe um salário de R$ 1 mil.

Em homenagem a essas profissionais tão dedicadas a Câmara dos Vereadores aprovou o Dia da Babá. Será no terceiro domingo de maio, um domingo depois do Dia das Mães, a partir deste ano. Matéria: Ellen de Paula

RJ - JB - Coluna Anna Ramalho - 21/03/2006

Tipo Exportação

Depois de conquistar famílias cariocas, com sua empresa de babás, a empresária Roberta Rizzo está levando a Kanguruh Baby Care para o Nordeste. Ela acaba de abrir uma franquia em São Luís do Maranhão. Bom para as mães de lá, que podem contar com assessoria na hora de contratar uma boa profissional, e para as daqui, que também vão aproveitar a novidade para importar profissionais do Nordeste, famosas por gostarem de um batente.

Coluna Anna Ramalho


BRASIL - PEGN - Fev/06

A revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios de fevereiro traz a Kanguruh como uma das boas franquias disponíveis no mercado. A matéria completa no site está disponível apenas para assinantes da revista.


RJ - JB - Coluna Anna Ramalho - 23/01/2006

De criancinha

Chegou ao mercado, pasmem!, a personal nanny , criação da empresária Roberta Rizzo para a sua Kanguruh Baby Care. A profissional moderna e bem treinada vai supervisionar in loco as falhas e acertos das babás, com a promessa de não alterar a rotina da casa. Taí uma boa idéia, que pode evitar aqueles pequenos dramas domésticos e os grandes danos às crianças.

Coluna Anna Ramalho


BA - Correio da Bahia - 20/01/2006

Filial da Kanguruh pode ser aberta na Bahia

kanguruh ~ atendimento a crianças, cursos e consultoria

Matéria no site do Correio da Bahia

Rizzo abriu a empresa depois da experiência vivida com o nascimento dos seus filhos gêmeos .

A maternidade serviu de trampolim para a vida empresarial da paulista Roberta Rizzo com a chegada dos gêmeos Paulo e Bruno, atualmente com 3 anos. A dificuldade enfrentada pela mamãe de primeira viagem na seleção de babás para tomar conta dos pequenos foi transformada em oportunidade de negócios com a abertura da Kanguruh Baby Care. A empresa, com sede no Rio de Janeiro, em dois anos foi responsável pelo encaminhamento de duas mil babás a famílias cariocas. A experiência de sucesso poderá ser instalada na Bahia através do sistema de franquias, a partir de investimento inicial estimado em R$12 mil.

"A meta é abrir 12 franquias em 2006", planeja Roberta Rizzo. Além de Salvador, a empresária busca expandir o negócio para os estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, São Paulo e a capital Brasília. Para se candidatar a ser um franqueado da Kanguruh Baby Care, o interessado terá de comprovar ter perfil empreendedor e afinidade com a área. O faturamento mensal do negócio é de aproximadamente R$12 mil.

Rizzo explica que apesar de a sede da empresa estar localizada no Rio de Janeiro, capital, a procura pelo serviço na Bahia é grande - a demanda não é atendida devido a distância geográfica. "A gente tem muito pedido da Bahia, algo em torno de 10% do movimento", disse.

A Kanguruh é uma empresa especializada no recrutamento, treinamento e seleção de babás. Segundo Rizzo, o conceito adotado pela empresa se assemelha ao de uma central de babás. As famílias interessadas na contratação de profissionais para tomar conta de crianças podem optar pelo contrato anual, orçado em R$522, o Seguro Babá, através do qual os pais contam com a indicação de babás sem limite quantitativo ao longo do ano, a depender de sua necessidade. A babá selecionada, em contrapartida, paga à Kanguruh a metade do primeiro salário que receber. A segunda opção é a assinatura do contrato padrão, que custa R$370, que garante à família da criança a possibilidade de trocar a babá duas vezes, no prazo de dois meses.

Os acordos salariais envolvidos na transação são tratados exclusivamente entre a babá e a família contratante. Além da carteira assinada, os pais também têm a opção de contratar o serviço de babysitter, para uma jornada de 12 horas, através da modalidade folguista. Para abrir a empresa, a empresária Roberta Rizzo diz que o interessado pode administrar o serviço em uma estrutura enxuta, a partir da própria casa - home office. Matéria de Tatiany Carvalho



RJ - O Globo - 15/01/2006

Franquia de Babás

A Kanguruh Baby Care, empresa que recruta, treina e seleciona babás no Rio de Janeiro, está em busca de franqueados no Brasil. Depois de perceber a crescente procura por babás especializadas e de firmar convênios com empresas com filiais em mais de um estado brasileiro, a empresária Roberta Rizzo decidiu franquear seu negócio. Faz parte do know-how da Kanguruh toda a checagem das referências das babás e o aparato tecnológico que torna disponível vídeos das entrevistas feitas com as candidatas. Mais informações podem ser obtidas no site www.kanguruh.com.br. Matéria de Luciana Calaza



RJ - Carreira e Sucesso - Rede Record - 12/01/2006

Curso de formação de babás

Novamente o curso da Kanguruh foi destacado, mostrando o sucesson conseguido pelas profissionais que o frequentam. Breve, veja aqui o vídeo. Matéria de Isabela Oliveira .

DF - Rádio CBN - Brasília - 12/01/2006

Curso de Segurança para babás

A Rádio CBN de Brasília falou sobre o curso da Kanguruh e sobre o projeto de franquias da empresa, em entrevista ao vivo com Roberta Rizzo.



RJ - Revista O Globo - 06/01/2006

Segurança: De olho nas crianças

A Revista O Globo trouxe, nesse domingo, matéria sobre palestras gratuitas de segurança que a Kanguruh ministra nos domingos seguintes, com várias dicas para pais e babás. Veja, na segunda-feira, a íntegra da matéria nesta página. Matéria de Tânia Neves .

BRASIL - Revista Viva Mais - 04/01/2006

Babás diplomadas

Invista cerca de R$ 300 e descole uma vaga com salário de até R$ 2 mil para trabalhar em casa de família. É isso mesmo! Existe um mercado ávido por contratar domésticas e babás com uma boa formação. Esses patrões pagam bem mais do que a média quando encontram uma profissional à altura de sua expectativa. Que o diga a carioca Ana Maria Lopes, 48 anos, que decidiu deixar de ser professora para ser babá. Ela fez um curso e garante que hoje ganha bem mais do que antes, apesar de não revelar seu salário.

"Uma babá com curso não ganha menos do que R$ 900 e pode chegar a receber perto de R$ 2 mil", diz Ana. A doméstica também sobe seus ganhos mensais. Dependendo da região, o ordenado mínimo é de R$ 700, e há famílias mais ricas que chegam a pagar R$ 1,3 mil.

Aprendendo o ofício

A maioria dos cursos nasceu nas próprias agências de recolocação, como é o caso da Prisma Gestão de Pessoas, de Curitiba, PR. "Nossos clientes reclamavam da falta de preparo das candidatas que indicávamos. Decidimos oferecer aulas para as domésticas aprenderem a pôr uma mesa, atender o telefone com educação, receber uma visita", comenta Valério da Cunha,um dos sócios da empresa. Babás têm matérias como primeiros socorros e noções de psicologia infantil. Reportagem de Suzana Dias .



RJ - Jornal do Brasil - Barra - 14/12/2005

Empresa recebe doações para ajudar as crianças do Inca

A Kanguruh Baby Care, central de babás localizada no Shpping Cittá América, na Barra da Tijuca, já se contagiou com o espírito natalino. A empresa está promovendo uma campanha em prol das crianças do Inca- Instituto Nacional do Câncer. A instituição necessita de fraldas descartáveis de tamanhos variados, exceto tamanho P, e Sustagen, Sustain ou Sustance. Brinquedos e alimentos não perecíveis também são bem-vindos na sede da Kanguruh até 20 de dezembro.

Quem estiver passeando ou fazendo compras no shopping não pode perder esta chance de colaborar com a causa. A loja fica aberta das 10h às 18h, de segunda a sexta. Mais informações pelo telefone (21) 2132-8555. O endereço é Avenida das Américas, 700/Loja 205S.

RJ - O Dia - Negócios de Sucesso - 13/12/2005

kanguruh ~ atendimento a crianças, cursos e consultoria

Em busca de novos parceiros

O lançamento do programa de franquias da Kanguruh foi matéria no jornal carioca O Dia. Foto: Ricardo Moraes .


RJ - JB - Coluna Anna Ramalho 20/10/2005

Primeiros Socorros

Com o título " Boa Idéia", a seguinte nota saiu na coluna de Anna Ramalho, no JB Barra:

Boa idéia

Uma sargento do Corpo de Bombeiros, Kelly Gomes Freire, vai ensinar primeiros socorros no Kanguruh Baby Care, curso instalado no Cittá America, exclusivamente para formação de babás. As alunas vão aprender técnicas de respiração boca a boca, massagem cardíaca e como agir em caso de afogamento, choque elétrico, queimadura e acidentes de carro.

Coluna Anna Ramalho


BRASIL - Revista Pais & Filhos - setembro / 2005

Babás quase perfeitas

A psicóloga Maria Rita Araújo, da Kanguruh, participa dessa matéria, que ilustrou a capa da revista, n mes de setembro de 2005. Veja mais.


RJ - JB - Coluna Anna Ramalho 15/08/2005

Especiais

Depois do sucesso com o curso de babás, a empresária Roberta Rizzo, responsável por uma central de babás no shopping Cittá America, decidiu ampliar o campo de atuação da empresa. A partir do fim do mês, Roberta vai promover um curso inédito para mulheres que cuidam de crianças especiais com Síndrome de Down. Coluna Anna Ramalho


RJ - Jornal do Commércio - 06/08/2005

A matéria abaixo foi reproduzida do Caderno "Seu Negócio" que, mais uma vez, deu destaque à KANGURUH. Matéria de ANA CAROLINA DINIZ.

Pequenas investem no planejamento financeiro

Dinheiro suficiente para investir e uma boa idéia na cabeça são fatores fundamentais para abrir uma pequena empresa. No entanto, não são os únicos. O empreendedor nunca pode esquecer que entrar no ramo dos negócios é difícil e, para obter sucesso, exige familiarização com ferramentas básicas de gestão.

Um estudo feito pelo Sebrae indica que 49,9% das empresas fechadas têm até dois anos de existência. De acordo com o diretor-executivo do site Financeiro24Horas.com, Reinaldo Domingos, um dos motivos para a manutenção deste dado é que os pequenos e médios empresários são geralmente grandes técnicos ou ótimos vendedores, mas não têm nenhum conhecimento administrativo- financeiro para montar o negócio.

- Geralmente, o microempresário começa investindo o FGTS ou uma indenização. O início é bom, mas ele não faz o planejamento dos 12 e 24 meses seguintes e o dinheiro inicial termina nos primeiros sete ou oito meses, depois a empresa deve se auto-sustentar. Aí começam os problemas explica Domingos.

O diretor diz que muitos empresários fracassam por falta de formatação do preço do produto, do orçamento, de ausência de visão estratégica, o não uso de ferramentas de gestão e devido à falta de visão e a pouca experiência.

Cursos Por estes motivos, ele aconselha que, antes de abrir as portas da empresa, o futuro empreendedor procure cursos de capacitação como os oferecidos pelo Empretec do Sebrae. Se a empresa já existe, diz Domingos, é preciso implantar alguma ferramenta de controle financeiro. No site Financeiro24Horas.com, o empresário encontra ajuda para administrar faturamento e para prever rendimentos.

O empresário deve aprender que nem sempre vender mais é sinal de boa saúde financeira. Existem empresas com muitas vendas que quebram. Um exemplo são pequenas empresas que vendem para grandes marcas, que têm a política de pagar em 90 dias. No entanto, o custo para a produção é à vista ou com pagamento em 30 dias. Como esse empresário terá capital de giro? questiona.

Com experiências anteriores em pequenos negócios, Maria Thereza Azeredo e Priscilla Teixeira abriram há um ano e dois meses a loja de produtos orgânicos e plantas medicinais Bio Armazém, no Leblon. Elas têm ajuda de um sistema que acompanha o fluxo de caixa e o controle do estoque. Lucro Como em todo negócio, o começo foi delicado, pois leva um tempo para a loja ficar conhecida e para conquistar a confiança dos clientes. Cada dia é uma conquista diz Maria Thereza. A empresária calcula que a loja só terá lucro a partir do segundo ano. "Em alguns meses, temos quer injetar dinheiro. Mas sabíamos que seria difícil."

Roberta Rizzo, proprietária da Kaguruh, especializada em capacitação e delivering de profissionais na área de cuidados infantis, disse que, quando inaugurou há dois anos, a loja teve fluxo de caixa projetado para três anos. Ela explica que os parâmetros criados na época servem hoje de base para o planejamento financeiro através de ajustes feitos de acordo com a conjuntura do mercado.

Roberta diz que lê muitos livros na área de administração empresarial, negociação, CRM (Customer Relationship Management ), finanças e marketing."Eu acho uma aventura alguém abrir uma empresa sem realizar o estudo que mostra claramente os custos fixos e variáveis e a taxa de retorno."

Roberta conta que abertura da Kanguruh, no shopping Cittá América, foi feita após estudo de viabilidade econômica. "Detectei esse nicho no mercado quando nasceram meus filhos gêmeos. Perdi minha mãe dez dias antes do meu parto e fiquei, literalmente, dependendo de babás. Percebi que não havia profissionais qualificadas para cuidar deles e que um aumento de salário não correspondia a um aumento de qualidade. Então a oportunidade estava ali, pronta". Em agosto, a Kanguruh terá uma filial em Botafogo e entrará na área de treinamento especializado e consultoria empresarial.

RJ - JB - Coluna Anna Ramalho 28/07/2005

Beabá A partir de agosto, a Kanguruh Baby Care vai promover workshops para alertar mães e babás sobre como cuidar e diagnosticar as crianças que sofrem de refluxo. Irritabilidade, insônia, choro constante, necessidade de colo, regurgitação e vômitos são alguns dos sintomas apresentados pelos bebês - e de difícil diagnóstico para as mães. Cuidar de uma criança com refluxo requer dedicação intensa e muito equilíbrio psicológico. Coluna Anna Ramalho



RJ - Jornal do Rio - TV Band - 09/07/2005

O curso de formação de babás da KANGURUH foi matéria no Jornal da Band.


RJ - O Globo - Zona Sul - 30/06/2005

Palestras

O caderno do Globo trouxe nota sobre as palestras ministradas no Leblon, antecipando a inauguaração da filial zona sul da KANGURUH.

BRASIL - SuperTudo - TVE Brasil - 25/05/2005

Curso de Babás

O curso de formação de babás da KANGURUH foi matéria no programa SuperTudo, da TVE Brasil, em 25/05/2005. O programa foi reprisado no dia 29/05/2005.

RJ - O Globo - 22/05/2005

Trabalho nas férias

A Kanguruh foi matéria ao lado de empresas como Club Med e o Milan. Sobre nossa empresa foi publicado o seguinte:

"Apesar da força que o setor de entretenimento ganha nas férias, as oportunidades de trabalho são pra profissionais de diferentes áreas. Quem tem ou está fazendo curso técnico ou de auxiliar de enfermagem, por exemplo, pode ganhar extras como baby-sitter . Roberta Rizzo, dona da Kanguruh Baby Care — especializada em qualificação e contratação de babás — explica que gente com essa formação tem mais chances na área. E frisa que há demanda por quem fala inglês, que, é claro, ganha mais:

— Nesta época, há muitos turistas na cidade. A diária normal, de 12 horas, é de R$ 50. No caso de a baby-sitter precisar se comunicar em inglês com a família, recebe R$ 60. Mas é preciso ser fluente. A candidata faz, inclusive, um teste oral. " Matéria de Luciana Calaza

BRASIL - Revista Viva Mais - 20/05/2005

O curso de formação de babás da KANGURUH foi nota na Revista Viva Mais de 20/05/2005.


RJ - Revista O Globo - 15/05/2005

A coluna de Tânia Neves traz nota sobre a Kanguruh. .

Empresa especializada em babás, a Kanguruh dará uma série de palestrasa gratuitas na Barra em junho. Serão abordados temas como direitos trabalhistas, ética, postura profissional e o papela da babá na educação.


RJ - RJ TV - 2ª edição - 10/05/2005

O módulo de segurança para babás do curso da KANGURUH foi matéria no RJ TV - 2ª edição nessa data. Breve, você poderá ver o vídeo aqui. Por enquanto, para assistir à matéria, você pode acessar a página do jornal e procurar pelas matérias de hoje.

Reportagem de Mônica Sanches .

Imagem: site do RJ TV

RJ - Jornal O Fluminense - 24/04/2005

A matéria abaixo saiu no Caderno Profissões do jornal O Fluminense. Reportagem de Liriane Rodrigues .


Tudo para não ficar fora do mercado de trabalho


O aumento no índice de desemprego, que atinge cada vez mais os graduados em nível superior, principalmente os recém-formados e os mais velhos, vem fazendo com que esses profissionais busquem outras alternativas para se manter no mercado de trabalho. Eles têm procurado vagas de emprego em profissões diferentes daquelas em que se formaram, criando uma nova tendência para o mercado. Dentro desta nova realidade, cargos como recepcionista, secretária, babá e representante de vendas são algumas das opções.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil era, nos anos 80, o 13º país do mundo em volume de desempregados. Atualmente, é o quarto. Até o fim deste período, o desemprego estava concentrado em pessoas de baixa escolaridade, com pouca experiência profissional, nos negros e nas mulheres. Já a partir dos anos 90, o problema se estendeu às pessoas com nível superior.

O consultor de Recursos Humanos do Grupo Catho, Obadia Sion, confirma a tendência e afirma que ela é resultado das modificações sofridas pelo mercado de trabalho, que está mais competitivo e no qual determinadas funções perderam importância. Segundo ele, a graduação em um curso de nível superior já não garante mais uma vaga de trabalho.

"Muitas empresas estão conciliando duas ou mais funções em um único funcionário, fazendo com que os postos de trabalho diminuam. Paralelamente, os profissionais estão aprimorando seus conhecimentos técnicos e acadêmicos, aumentando a competitividade", explica Sion, lembrando que, estão sendo lançados no mercado, por ano, cerca de 200 mil jovens qualificados."

O consultor alerta que aqueles que estão exercendo um cargo que não condiz com sua formação, além dos outros profissionais em geral, devem fazer um planejamento de carreira, independente da idade, para saber se exercer a função valerá a pena e será satisfatório.


Sion ensina que para obter um resultado, é preciso juntar as aptidões natas, as aptidões adquiridas, os desejos pessoais e a realidade de mercado. "Fazendo essa análise com coerência, a pessoa saberá se o cargo irá suprir suas necessidades profissionais e pessoais", explica Sion.

De pedagoga a babá

Na Kanguruh Baby Care, empresa que atua no ramo de formação e contratação de babás, das 48 alunas que a empresa especializa por mês, cerca de 30% têm terceiro grau completo. E, segundo a responsável pela companhia, Roberta Rizzo, todas encaram o trabalho como profissão e não como falta de opção.

"Elas buscam o curso para aprimorar seus conhecimentos e querem informação técnica para poder trabalhar com mais qualidade. Podemos chamá-las de babás do século XXI", frisa.

Roberta diz, ainda, que na era da informação e da tecnologia, os pais das crianças em idade escolar preferem este tipo de profissional, que tem cultura suficiente para lidar com as inovações. Um exemplo é a pedagoga Ana Maria Lopes, de 47 anos, que tem pós-graduação em RH, trabalhou 25 anos como coo denadora de escolas de crianças com necessidades especiais e, há dois anos, exerce a função de babá.

Ana conta que teve que largar o emprego para se dedicar ao pai doente e que, depois, desistiu de voltar ao mercado como pedagoga, já que achou que a idade e a desatualização a impediriam de conseguir um bom espaço.

O que começou como falta de opção, virou profissão para a pedagoga. Hoje, apesar de sentir falta da antiga função, Ana se dedica tanto à nova atividade, que faz cursos de aperfeiçoamento e já pensa em lançar um livro. "Trouxe a minha experiência como professora para meu cargo atual e, assim como antes, tento cumprir o papel, acima de tudo, de educadora", observa ela, frisando que adora ser babá e que está feliz com sua atual situação.

Além de estar gostando da atividade, Ana tem a vantagem de receber um salário mais alto. Como pedagoga no serviço público, a remuneração ficava entre R$800 e R$1 mil. Já o vencimento de uma babá, dependendo da profissional, pode chegar a R$1,5 mil.


RJ - Informe Rio - TV Record - 18/04/2005

A KANGURUH foi matéria no jornal regional da Rede Record, abordando as babás que têm curso superior completo.


RJ- Jornal do Brasil - 05/03/2005

A matéria abaixo foi publicada no suplemento Vida do Jornal do Brasi. Matéria de Solange Bagdadi.

Jardins de Infância: Babás mais que Perfeitas


Quem tem filho sabe como é difícil entregar seu bebê a uma pessoa desconhecida, sobretudo se ela não estiver qualificada para exercer a função de babá. Sem falar no desgaste de entrevistar dezenas de candidatas e não se satisfazer com nenhuma delas. O assunto é tão sério que casos de maus-tratos às crianças já foram parar na primeira página dos jornais e até na polícia. Depois de ter penado para conseguir uma babá para as duas filhas, a empresária Roberta Rizzo, 39 anos, resolveu abrir a Kanguruh Baby Care, agência que tem o objetivo de profissionalizar aspirantes no trabalho de cuidar dos pequenos, e de apaziguar as mães.

Para Roberta, alguns cuidados são indispensáveis, como submeter a babá a um curso de formação específica que ofereça noções de psicologia infantil, segurança, nutrição, recreação, postura e ética profissional. Veja mais dicas:
  • A babá deve passar por uma avaliação psicológica, a fim de verificar seus hábitos pessoais.
  • Cheque a documentação apresentada e desconfie de rasuras em carteiras de trabalho.
  • Faça uma entrevista detalhada e, se possível, grave em vídeo. Não confie em checagens por telefone e pegue muitas referências.
Todo esse trabalho pode sair caro, mas a Kanguruh tem pacotes de serviços. Contato: 2132-8555.

RJ - O Dia - Rio - 05/03/2005

A nota abaixo saiu no Caderno D do jornal O Dia. Nota de Priscila Almawy.

A Kanguruh Baby Care está promovendo cinco palestras gratuitas sobre a profissão de babá. Entre os temas estão “O panorama da profissão hoje” e “Direitos e deveres da babá”. Em cada palestra será sorteado, entre as participantes, um curso profissionalizante de babás. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo telefone 8221-7764.

RJ - SBT Rio - 23/02/2005


A KANGURUH foi matéria no jornal regional do SBT, abordando a necessidade de qualificação das babás do século XXI. Breve, você poderá assistir a essa matéria aqui.

RJ - O Dia - 20/02/2005

A matéria abaixo foi publicada no jornal Caderno de Empregos no jornal O Dia. Vale lembrar que a matéria foi produzida há cerca de dois meses e meio atrás, quando a psicóloga Aline Martins Gomes ainda integrava a Equipe Kanguruh. A coordenação do curso da Baby Care hoje é da psicóloga Suliane Porto.

Babás de Alta Classe

Cursos qualificam profissionais para o mercado de elite


Já não basta gostar de criança para se candidatar ao trabalho de babá. Com pais cada mais exigentes, essa profissional se qualificou, o que tornou o mercado mais competivo. Babá, hoje, se quiser conquistar a confiança das famílias de classe média alta – que pagam os melhores salários –, tem que conhecer nutrição, primeiros socorros, psicologia infantil e, em alguns casos, ser até treinada para defender a criança de possíveis seqüestros.

Escolas indicam para chances de emprego
Os cursos têm duas vantagens: além de preparar as profissionais nas habilidades exigidas ou aperfeiçoá-las – uma vez que muitas alunas são babás que já atuam no mercado –, funcionam como uma espécie de agência e, quando há vagas, indicam quem passa pelo treinamento. “Cadastramos as que já têm experiência. Elas são encaminhadas a clientes que nos procuram em busca de uma profissional bem preparada”, explica Aline Martins Gomes, coordenadora da Kanguruh Baby Care, curso e agência.

Rosilene das Graças Alves, 32 anos, é babá há dois, depois de ter atuado como estoquista de loja. Ela fez o curso de auxiliar de enfermagem e resolveu se qualificar para cuidar de crianças. “A gente pensa que sabe tudo, mas tem muito mais para aprender. Sou uma profissional bem mais completa agora”, confessa Rosilene.

N o curso que fez na Kanguruh, ela se requalificou da troca de fraldas às noções de segurança, para escapar de seqüestros ou situações de risco, como incêndios. Com o salário de R$ 1 mil, Rosilene ajuda o marido a criar o filho e planeja fazer cursos, no horário em que as crianças estiverem na escola.

- Muita gente quer trabalhar no ramo, mas poucas pessoas sabem exercer a profissão com qualidade - diz Aline Gomes, psicóloga e criadora do curso. Nas aulas, que formam profissionais capacitadas a cuidar de crianças de 0 a 12 anos, as alunas aprendem noções básicas do universo infantil, além de maneiras de se portar na profissão. Nutrição, psicologia, primeiros socorros, cuidados especiais com recém-nascidos e até ética profissional são algumas das pautas abordadas O curso tem duração de quatro dias e é seguido de estágio supervisionado de três meses. As aulas são realizadas na sede da Kanguruh e em creches, às quintas e sextas, das 12h às 18h, e aos sábados e domingos, das 9h às 15h. Informações pelos telefones 2132-8555 e 2176-0215.

RJ - Jornal do Brasil - 18/02/2005

A matéria abaixo foi publicada no caderno Jornal do Brasil (Barra).

Palestras para formação de babás

Interessadas em aprender mais sobre o ofício de babá terão a oportunidade em uma seqüência de cinco palestras organizada pela Kanguruh Baby Care. Segundo a empresa especializada na contratação das babás, de cada 300 candidatas ao cargo, em média, somente três ou quatro são selecionadas, devido à falta de preparo profissional. Isso significa que há vagas no mercado de babás - o que falta são profissionais qualificadas. O panorama da profissão hoje, direitos e deveres da babá e oportunidades na área são os temas abordados. O primeiro encontro acontece no dia 27 de fevereiro. Informações pelo telefone 8221-7764.



BRASIL - Meu Nenê - 01/2005

A matéria abaixo foi publicada na revista Meu Nenê .


Em busca da babá perfeita

Encontrar a profissional ideal para tomar conta de seu bebê está entre as tarefas amis difíceis da maternidade. Acontece que justo no dia daquele evento tão esperado você se dá conta de que não tem ninguém de confiança para tomar conta do pequeno. Para situações como essa algumas agências de babás estão incrementando o cadastramento de candidatas para oferecer mais segurança ao serviço. A Kanguruh Baby Care, do Rio de Janeiro, por exemplo, dispõe de um quadro de profissionais com registro de um ano em carteira na profissão, levantamento criminal recente, exames médicos completos e avaliação psicológica e social. Todas essas mulheres têm suas fotos, currículos e vídeos expostos na internet, para que possam ser escolhidas pelos pais interessados. Os telefones da Kanguruh Baby Care são: (21) 2132-8555 e 2176-0216. Matéria de Diana Cortez .

RJ - Jornal do Brasil - 20/11/2004

A matéria abaixo foi publicada no Jornal do Brasil (Barra).


Curso já formou mais de 200 profissionais desde agosto

Profissão antiga, que não sai de moda e é cada vez mais necessária para facilitar a vida das mães que trabalham fora, a atividade de babá - muitas vezes exercida sem a exigência de uma qualificação técnica e educacional - já conta com cursos de noções básicas e até aperfeiçoamento da atividade.
Na Barra, a central de babás Kanguruh Baby Care, no shopping Cittá America, criou o curso de formação de baby sisters em agosto deste ano. De lá para cá, já formou mais de 220 profissionais. - Muita gente quer trabalhar no ramo, mas poucas pessoas sabem exercer a profissão com qualidade - diz Aline Gomes, psicóloga e criadora do curso. Nas aulas, que formam profissionais capacitadas a cuidar de crianças de 0 a 12 anos, as alunas aprendem noções básicas do universo infantil, além de maneiras de se portar na profissão. Nutrição, psicologia, primeiros socorros, cuidados especiais com recém-nascidos e até ética profissional são algumas das pautas abordadas O curso tem duração de quatro dias e é seguido de estágio supervisionado de três meses. As aulas são realizadas na sede da Kanguruh e em creches, às quintas e sextas, das 12h às 18h, e aos sábados e domingos, das 9h às 15h. Informações pelos telefones 2132-8555 e 2176-0215.
Foto: divulgação

RJ - O Globo - Barra - 13/11/2004

A nota abaixo saiu no Suplemento Barra do jornal O Globo.



Curso para babás

A loja Kanguruh Baby Care, no Città America, está oferecendo vagas para um curso para babás. Elas só precisarão pagar as aulas quando encontrarem um emprego e serão acompanhadas pelos professores durante seis meses. Informações: 2132-8555.

RJ - O Dia - 26/10/2004

A matéria abaixo foi publicada no caderno Negócios de Sucesso do jornal O Dia.

kanguruh ~ atendimento a crianças, cursos e consultoria


Babás mais qualificadas - Empresa se especializa em contratar, formar e treinar profissionais

Buscar se diferenciar no mercado pela qualidade pode ser um passo fundamental para a saúde financeira da empresa que atua como prestadora de serviços. A agência de babás Kanguruh Baby Care é um bom exemplo de que oferecer um serviço com mais qualidade não só ajuda a atrair a clientela, como também a fidelizá-la.
A empresária Roberta Rizzo resolveu abrir a empresa depois de muito procurar, sem sucesso, uma babá com quem pudesse deixar seus filhos gêmeos, com tranqüilidade. “Percebi que havia demanda e poucas empresas especializadas no mercado. Aproveitei o conhecimento do cotidiano das mães para implantar soluções inovadoras para quem procura a babá ideal, aquela que sabe conciliar educação e diversão, com noções sólidas de segurança, nutrição e higiene”, conta.
Roberta lembra que, para oferecer um serviço eficiente e de qualidade, investiu no uso de tecnologia e psicologia. Uma das primeiras ações da empresa, ao recrutar uma babá, é fazer um vídeo digital sobre a origem social e a vida das candidatas. “O material é visto pelas mães, para que possam escolher a profissional que mais lhes agrada pelo site da agência”, diz a empresária, que ressalta que as candidatas têm que comprovar ter atuado na área, ter curso de auxiliar de enfermagem, além de comprovante de endereço.

“ Também mantemos profissionais como psicólogas, que fazem a avaliação das candidatas. Outro diferencial são as soluções que criamos para evitar alguns problemas que podem surgir no dia-a-dia, na convivência da profissional dentro da casa em que irá trabalhar”, explica.
Foto de Rafael Wallace .

RJ - Jornal O Fluminense - 10/10/2004

A Baby Care , empresa parceira da KANGURUH na formação de babás, foi matéria de capa do caderno de empregos desse jornal.


kanguruh ~ atendimento a crianças, cursos e consultoria

Em busca da babá perfeita

Percebendo que faltava profissionalização nessa área, a psicóloga Aline Gomes , junto com Roberta Rizzo , diretora da empresa de contratação de babás Kanguruh, decidiu desenvolver um curso de formação e treinamento dessas profissionais, realizado pela Baby Care . “Quando eu fazia as entrevistas para cadastrar as babás na Kanguruh, percebia que a grande maioria não tinha experiência suficiente. De cada 300 candidatas ao cargo, em média, somente três ou quatro eram selecionadas, devido à falta de preparo profissional. Foi então que surgiu a idéia de fazer um curso de aperfeiçoamento, unindo o que as mães querem com o que as babás precisam”, explica Aline.

Uma boa notícia para quem pretende atuar no ramo é que o mercado está em fase de expansão, já que a mulher contemporânea trabalha fora e precisa de um apoio, que complemente o trabalho da creche. “Recebemos de seis a dez pedidos de pais em busca de babás a cada dia”, frisa Aline. Segundo ela, uma babá que trabalha somente nos fins-de-semana e feriados ganha em torno de R$400 por mês. Aquelas que têm folga semanal recebem de R$600 a R$800 mensais. E as que tiram folga quinzenalmente têm um salário variando de R$800 a R$1,2 mil.

Para ser uma babá, segundo Aline, é preciso ser paciente, ativa, ter iniciativa e, principalmente, gostar muito de criança. “Elas devem conhecer as novas tecnologias e saber lidar com as crianças que estão envolvidas com essa realidade. É preciso saber o porquê de não ser saudável ficar horas na frente da televisão e do video-game, saber a importância da rotina, do brincar, da leitura...”, diz.

Além de aprender mais sobre o universo infantil do novo século, as babás se envolvem com atividades referentes à função, como noções de higiene, educação sexual, nutrição, fases de desenvolvimento infantil, recreação, organização, o papel da babá na família, noções de ética profissional e segurança e relacionamento com os patrões. Para participar do curso, as babás, que devem ter mais de 23 anos de idade, ensino fundamental completo (1º grau), comprovado com documentos, e experiência com qualquer tipo de atividade infantil, passam por uma rigorosa seleção.

A psicóloga conta que o primeiro passo é uma entrevista, na qual as candidatas devem apresentar comprovante de endereço e de atuação na área. A próxima etapa é a avaliação psicológica. “Nesse momento, é possível detectar as características pessoais, como sanidade mental, agressividade, organização e extroversão. O último passo é fazer exames médicos e apresentar o nada consta criminal.

Depois de passar no processo de seleção, a babá estará apta a fazer o curso, que dura cinco dias. Durante um fim-de-semana, as babás trabalham a parte teórica, somando 12 horas de aula. Na segunda e na terça-feira, elas desenvolvem a parte prática, fazendo um estágio no berçário e na creche, somando oito horas de aula. Na quarta-feira, realizam uma prova escrita sobre tudo que foi visto no curso, na qual devem ter, no mínimo, 80% de aproveitamento.

“Sabemos que uma semana não é o suficiente, mas tentamos aperfeiçoar o trabalho dessas profissionais o mais rápido possível, para que elas consigam entrar no mercado e as mães tenham opções”, comenta Aline. Porém, para ter certeza que todo o trabalho teve resultado, durante três meses, a Baby Care acompanha as babás contratadas, monitorando o desempenho delas. “De 15 em 15 dias, entramos em contato com as mães e com as babás para comprovar o aproveitamento”, explica. Somente, então, as alunas recebem a certificação final do curso de formação de babás. O curso custa R$200, valor que as alunas só pagam depois de conseguirem um emprego. Além disso, a quantia pode ser dividida em duas vezes. As babás pagam, também, R$20 de matrícula. Todo sábado, novas turmas são abertas.
Foto de Marcos Silva . Reportagem de Liriane Rodrigues .

RJ - Revista O Globo - 26/09/2004

Babá formada em escolas


A coluna de Tânia Neves desta data traz a matéria abaixo, citando também a Baby Care Cursos .

Sair para trabalhar e deixar as crianças com a babá é uma situação que deixa os pais preocupados. Ainda mais depois de alguma notícia mostrando cenas de babás que maltratam aqueles de quem elas deveriam cuidar. Ter referências da profissional que você vai contratar é indispensável e pode evitar certos problemas. Mas às vezesnão basta: quando não sabe cuidar de uma criança, a babá pode causar outros males graves, como atrapalhar seu desenvolvimento. Cursos de formação de babás são uma boa saída para isso.



RJ - O Dia - 15/09/2004

Cuidados para evitar problemas na contratação de babás

O jornal O Dia dessa data relacionou dicas da psicóloga da KANGURUH e responsável pelos cursos de formação e aperfeiçoamento de babás da Baby Care , Aline Martins Gomes para evitar problemas na escolha das babás, em matéria abaixo transcrita.

Para reduzir riscos na contratação de babás, alguns pais recorrem a especialistas como a psicóloga Aline Martins. Ela ensina que, antes de colocar uma estranha dentro de casa, é preciso fazer avaliações sociais e psicológicas da candidata. “Deve-se checar a autenticidade da documentação; ir ao local onde ela mora ou trabalhou e falar pessoalmente com vizinhos e antigos empregadores; e, uma vez contratada, guardar cópia da documentação, inclusive foto recente, em local onde ela não tem acesso. Deixe-a avisada de que tudo estará à disposição da polícia caso ocorra qualquer fato estranho com seu filho”.


BRASIL - Revista Gravidez Feliz - 09/2004

Depois da dor, a felicidade

Com esse título, a matéria inserida na coluna " Minha História" da revista que é ediçao especial da revista Meu Nenê, conta a história da idealizadora da KANGURUH, Roberta Rizzo .

RJ - Jornal do Commércio - 05/09/2004

kanguruh ~ atendimento a crianças, cursos e consultoria

Conforto para mulheres ocupadas

A Kanguruh foi relacionada, na matéria, como uma das opções para quem trabalha demais.

Auxílio na supervisão infantil

O cuidado com os filhos também pode ser delegado a outras pessoas. A publicitária Roberta Rizzo criou a Kanguruh há um ano e meio por não ter opções para deixar os filhos gêmeos na hora de trabalhar. A empresa qualifica as candidatas a babá e baby-sitters. - Para conhecê-las melhor, vamos ao local onde as candidatas moram conversar com as pessoas. Pesquisamos o histórico de saúde física e psicológica. Testamos o grau de agressividade e fazemos avaliação social para saber quem convive com a candidata a babá - explica.
O principal problema para a uma agência de babás é a falta de mão-de-obra qualificada.
- Não cobramos taxa de inscrição da candidata. Apenas o curso, quando é contratada. São feitos, em média, dez pedidos por dia, principalmente da Zona Sul- diz Roberta, acrescentando que o índice de rejeição é baixo. A empresa - com localização privilegiada, ao lado do Parque da Mônica, no Città América, na Barra, conta com secretária, nutricionista, advogada e mensageiro. Foto de Adilson Vasconcellos . Reportagem de Gabriela Godoi .

RJ - O Dia - 01/09/2004

O Dia traz a nota "Babá Digital", no Caderno Internet e Tecnologia .

Contrate uma babá pela Web

Atrás da babá ideal para cuidar de seu filho? O site Kanguruh Baby Care pode dar uma ajudinha. A empresa é especializada na seleção de babás e, para facilitar a vida dos pais, criou a seção Babá Digital. Sem sair de casa, é possível assistir a um vídeo da entrevista feita com a candidata no momento da seleção. São oferecidas profissionais mensalistas e folguistas. Mais informações no endereço http://www.kanguruh.com.br/.


RJ - O Globo - 29/08/2004

O Globo desta data, na seção cursos , informa sobre o curso de formação de babás da Baby Care, em texto abaixo transcrito.

Formação de Babás

Quem tiver mais de 23 anos e Primeiro Grau completo pode se candidatar ao curso de Formação de Babás da Baby Care. As alunas serão monitoradas durante três meses após o fim do curso.

RJ - Babás mais que perfeitas - 23/07/2004

A Kanguruh é uma empresa jovem, moderna, criativa e altamente comprometida com o melhor atendimento aos nossos clientes. Por isso, foi manchete no Jornal Empregos e Oportunidades . Abaixo, transcrevemos partes da reportagem entitulada "Babás mais que perfeitas" - editoria Seu Negócio - publicada na edição de 23 de julho de 2004. Foto de Ari Kaye . Reportagem de Joana Algebaile .


kanguruh ~ atendimento a crianças, cursos e consultoria

Com dificuldade em achar uma boa babá, mãe abre empresa e passa a selecionar profissionais.


Quando deu à luz a gêmeos, em sua primeira gravidez, a escritora Roberta Rizzo passou maus momentos à procura de babás. Ela entrevistou muitas profissionais, mas percebeu que era difícil achar alguém qualificado. " Por melhor que fosse o salário, as profissionais não correspondiam àquilo que eu esperava de uma babá ", contou a escritora. A partir de sua experiência pessoal Roberta criou, há um ano, a Kanguruh Baby Care , empresa que faz uma triagem de babás, apresentando às familias apenas as realmente gabaritadas. A equipe da Kanguruh conta com quatro profissionais, além de Roberta, que coordena o grupo: Fábia Soares Cabral, advogada que dá respaldo jurídico à empresa e tira dúvidas dos pais no que se refere a Direito do Trabalho, uma psicóloga e um mensageiro. Além da entrevista, dos exames médicos e da avaliação psicológica, a equipe da Kanguruh orienta as babás selecionadas a como agir na casa das famílias. "Falamos sobre postura, ética, relacionamento com outros empregados, enfim, tudo o que está relacionado com a profissão", explicou Roberta. E quando um mesmo cliente contrata duas babás é feita também uma dinâmica de interação, para que elas cheguem ao lo- cal de trabalho familiarizadas.

Seleção de candidatas é constante

Toda quarta-feira são feitas entrevistas com babás na sede da Kanguruh. Mas a equipe só atende a profissioais agendadas previamente, pelo telefone (21) 2132-8555. "Fazemos este pré-
atendimento para que somente aquelas que preencham a todos os requisitos participem da entrevista",
afirmou Roberta Rizzo.
Segundo a empresária, são recebidos 300 telefonemas, em média, por semana. Alguns dos pré-requisitos exigidos pela Kanguruh são: idade superior a 23 anos; experiência mínima de um ano em carteira, ou curso de formação de babá, ou curso de auxiliar, ou técnico de enfemagem; documentação em ordem, com comprovante de endereço no nome da pessoa; não ser fumante e apresentar atestado de "nada consta" cri-minal recente. Após a entrevista é feita a checagem de referências e da documentação. Quando a babá é escolhida por uma família ela é encaminhada para os exames médicos e para a avaliação psicológica.

Avaliação psicológica antes da contratação
As candidatas a babá que entrarem em contato com a Kanguruh devem saber que serão submetidas a uma criteriosa avaliação psicológica, coordenada por uma picóloga. São realizados dois testes, uma entrevista psicológica e outra curricular, que tem como objetivo verificar se as informações batem com o que a profissional disse na entrevista com o resto da equipe. " A avaliação psicológica tem poder de veto da contratação", disse a empresária Roberta Rizzo. A avaliação feita na Kanguruh tem validade de dois anos. Após este período, ela deve ser refeita "devido às constantes transformações vividas pelo ser humano". Segundo a psicóloga, as babás devem ser , antes de tudo, sinceras.